O corvo e a casa
A noite cai ao rigor de geadas,
o corvo está tiritando de frio
sobre uma árvore à beira do rio,
agasalhado nas asas molhadas!
Na cabecinha um céu de mil nadas,
no imaginário de um mundo vazio,
um pensamento nesse instante crio,
que a ele chega pelas madrugadas;
E deduz ele, carente de afeto:
-amanhã mesmo vou erguer meu teto,
já não suporto esse frio que arrasa!
No outro dia,sob um sol ardente,
abrindo as asas ele diz,contente:
-mas pra que diabo eu vou querer casa?
A noite cai ao rigor de geadas,
o corvo está tiritando de frio
sobre uma árvore à beira do rio,
agasalhado nas asas molhadas!
Na cabecinha um céu de mil nadas,
no imaginário de um mundo vazio,
um pensamento nesse instante crio,
que a ele chega pelas madrugadas;
E deduz ele, carente de afeto:
-amanhã mesmo vou erguer meu teto,
já não suporto esse frio que arrasa!
No outro dia,sob um sol ardente,
abrindo as asas ele diz,contente:
-mas pra que diabo eu vou querer casa?
RIOMAR MELO
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