sexta-feira, 3 de junho de 2016

AS MENTIRAS DAS GUERRAS

Resultado de imagem para MAPA DE  ISRAEL

DANDO CONTINUIDADE VAMOS VER MAIS UMA MENTIRA DAS GUERRAS:
 
 2 . O plano de Israel era simples: explodir bombas caseiras em alvos de propriedade britânica e americana no Egito, e, em seguida, dar de ombros e apontar para o país muçulmano e/ou comunista mais próximo. Isso ostensivamente demonstraria aos americanos que Nasser não era o aliado durão que eles estavam esperando (já que ele não poderia nem mesmo manter a ordem em seu próprio país), bem como convencer os britânicos de que era uma boa ideia continuar a operar uma base militar em Suez. Em julho de 1954, agentes judeus egípcios plantaram com sucesso e detonaram explosivos em bibliotecas, estações ferroviárias e cinemas em Alexandria e no Cairo. Mas então, tudo foi por água abaixo quando, a caminho de um cinema, um artefato explodiu no bolso do agente Philip Natanson.
O agente foi preso e a rede desmantelada. O caso tem o nome do então Ministro da Defesa israelense, Pinhas Lavon, que renunciou na sequência, mesmo que mais tarde tenha se tornado evidente que o então diretor da inteligência militar israelense, Binyamin Gibli, tinha planejado a coisa toda. Oito judeus egípcios foram acusados ​​pelos ataques, dos quais dois foram enforcados, um cometeu suicídio e outro morreu durante o interrogatório. Os enforcamentos provocaram uma incursão militar de retaliação por parte de Israel em Gaza, que resultou em 39 baixas egípcias, o que provocou um negócio de armas soviético-egípcio, e tudo funcionou como um efeito dominó horrível em direção à Crise de Suez em 1956.
Israel negou envolvimento na trama por meio século, até que, em 2005, o ex-presidente israelense Moshe Katsav apresentou os três bombardeiros sobreviventes, que tinham ganho certificados de apreço por seu serviço.


Colaboração: Luiza Drubi

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- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas