Um bom tempo das nossas vidas é gasto na busca da felicidade. Para muitos, parece que só podemos sentir um gostinho dela, mas nunca nos saborearmos e ficarmos satisfeitos.
Durante cinco semanas veremos algumas teorias e tentativas de definir esse sentimento maravilhoso, mas que escapa constantemente de nossos corações.
Os fatos abaixo não vão te ajudar a entender a percepção de felicidade.
1. A genética pode interferir na capacidade de ser feliz?
Pesquisadores da Universidade de Minnesota (EUA) encontraram uma ligação entre felicidade e genética. Eles descobriram que os níveis de felicidade declarados por gêmeos que haviam sido separados no nascimento eram iguais, independentemente das vidas que haviam construído para si. Enquanto ambiente certamente tem um enorme impacto sobre a felicidade, é provável que a biologia desempenhe um grande papel também.
Outra pesquisa da Escola de Economia e Ciência Política de Londres (Reino Unido) isolou um gene específico que parecia estar ligado a probabilidade de uma pessoa ser feliz. Depois de pedir a mais de 2.500 norte-americanos que dissessem como se sentiam em relação a suas vidas, os pesquisadores descobriram que aqueles que tinham herdado duas versões longas do gene eram muito mais propensos a se considerarem felizes.
Dos 40% dos voluntários que disseram que estavam satisfeitos com suas vidas, mais de 35% tinham duas versões longas do gene 5-HTT. O gene, que tem sido associada a produção de serotonina no corpo, parece impactar também a capacidade de uma pessoa de se concentrar nas coisas boas da vida. Apenas cerca de 19% das pessoas com duas versões curtas do 5-HTT alegaram estar muito satisfeitas com suas vidas.
Um estudo da Universidade de Essex (Reino Unido) foi outro que sugeriu que as pessoas que herdam duas longas versões do 5-HTT são melhor equipadas para lidar com o estresse, manter uma visão positiva da vida e combater a depressão.
Fonte: internet
Colaboração: Luiza Drubi
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