quarta-feira, 25 de novembro de 2015

DIA NACIONAL DO DOADOR DE SANGUE



 Você sabia que quando doa sangue pode salvar até quatro vidas?
O ato de doar é um gesto de solidariedade ao próximo.  No Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, lembrado neste domingo, 25 de novembro, o Ministério da Saúde reforça a importância de ampliar o esforço no número de doações. A data foi estipulada em novembro pelo fato de ser habitual o baixo estoque em unidades de saúde nos meses de dezembro e janeiro, período em que há diminuição do número de doadores por conta das férias e festas. Ao mesmo tempo, é quando há aumento no consumo de bebidas alcoólicas e no número de acidentes, elevando a demanda por sangue.
 “Só vemos a importância quando estamos precisando e isso é muito importante, um gesto de grande valia e algo tão simples que pode ajudar muitas pessoas”.
Banco virtual de doadores – O Ministério da Saúde lançou, em novembro de 2011, a ferramenta Banco Virtual de Doadores de Sangue com a missão de agregar e cadastrar doadores de sangue em todo o Brasil.  Ele está disponível na Fan Page “Doe Sangue” do Facebook para mobilizar e engajar as pessoas que apoiam a causa. 
O usuário deve realizar o cadastro informando o tipo sanguíneo, nome, e-mail e cidade. Com o Banco de Doadores, os internautas também podem ver os seus amigos classificados por tipo sanguíneo. Isso significa que a pessoa não precisa doar imediatamente, mas comunica que se coloca à disposição para uma eventual doação. 
Um dos objetivos é fazer com que o doador virtual convide o maior número de pessoas, residentes da mesma cidade, para fazer parte do Banco de Doadores, pois quando alguém ou o hemocentro da sua região precisar de doação, o banco servirá para acionar possíveis doadores. O endereço para acessar o aplicativo é http://www.facebook.com/DoeSangueMS.
Com tão pouco podemos salvar vidas. Poderá ser a sua.

Fonte: Gabriela Vieira/ Blog da saúde

Colaboração: Luiza Drubi

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas