quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

POLÍCIA EM AÇÃO

RJ: polícia investiga redes sociais na busca por aliciadores de manifestantes

Chefe da Polícia Civil do Rio confirma investigação em andamento e foco na internet para desmembrar possível grupo que estaria coagindo manifestantes

Não se sabe se a declaração de Jonas Tadeu Nunes, o advogado que defende Fábio Raposo e Caio Silva de Souza - os dois suspeitos de acender o artefato que matou o cinegrafista Santiago Andrade -, de que ambos recebiam dinheiro para integrar as manifestações, tem algum tipo de interesse pessoal ou político. O fato é que, bem antes de Tadeu Nunes dar esse depoimento à Globo News, a própria Polícia Civil do Rio de Janeiro já investigava essa possibilidade - desde que a violência tomou conta de boa parte dos atos na capital fluminense. E a internet é uma ferramenta fundamental nesse processo.  
“O que eu posso dizer é que a polícia tem interesse em apurar esse tipo de motivação. Não basta identificar o autor do disparo do rojão que vitimou um profissional da mídia. A gente tem que ter convicção se aquele ato teve início, meio e fim na ação do Fábio e do Caio, ou se está embutido em outro contexto”, explicou o chefe da Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso
Colaboração: Eunice Costa

Um comentário:

  1. Toda vítima é sempre lamentada. Neste caso está em jogo tambem
    a polícia e a imprensa. Bom que não está no pensamento somente
    o assassinato mas o que levou a ele. Neste clima sem dúvida iremos
    longe e chegaremos la

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- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas