sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Mensagem

O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem.
Arthur Schopenhauer

ProUni


Cursos sos mais procurados do ProUniRanking dos cursos mais visados do Programa Universidade para Todos tem Direito na primeira posição.Por Adriano Lesme
Direito lidera o ranking dos cursos mais procurados no ProUni
O Programa Universidade para Todos (ProUni) recebe todos os anos milhões de inscrições para as bolsas de estudo integrais e parciais oferecidas em várias faculdades particulares. Alguns cursos são mais procurados que outros, aumentando a concorrência por uma vaga no ensino superior.
De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC), mais de 250 carreiras ofereceram vagas nas duas edições do ProUni 2017. Com base nesses números, separamos os 10 cursos mais procurados do ProUni. Veja a lista!
1. Direito
2. Administração
3. Pedagogia
4. Enfermagem
5. Educação Física
6. Psicologia
7. Ciências Contábeis
8. Engenharia Civil
9. Fisioterapia
10. Medicina

Fonte: s://vestibular.brasilescola.uol.com.br/prouni/os-cursos-mais-procurados-prouni.htm
Colaboração: Eunice Costa

Entretenimento

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Urnas Eletrônicas

Em todo o mundo, 35 países utilizam sistema eletrônico de votação

Levantamento é feito pelo Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA Internacional), sediado em Estocolmo (Suécia). Urna brasileira é referência
Urna Eletrônica
O Brasil possui um dos mais avançados sistemas de votação utilizados no planeta, que envolve a captação, o armazenamento e a apuração de votos por meio da urna eletrônica, mecanismo que garante segurança, agilidade e transparência aos resultados das eleições.
Totalmente concebido e desenvolvido pela Justiça Eleitoral brasileira, o sistema distingue o país como um dos poucos que anunciam os resultados das eleições poucas horas após o encerramento da votação. São mais de duas décadas de utilização da urna eletrônica, que já se tornou símbolo de lisura e segurança.
A evolução tecnológica, que possibilitou os avanços da Justiça Eleitoral do Brasil, também é perseguida por diversos países. De acordo com o Instituto Internacional para a Democracia e a Assistência Eleitoral (IDEA Internacional), sediado em Estocolmo (Suécia), 35 países já utilizam sistemas eletrônicos para captação e apuração de votos.
A lista inclui nações de sólida tradição democrática, como Suíça, Canadá, Austrália e Estados Unidos, país que adota sistemas eletrônicos em alguns estados. Na América Latina, México e Peru também fazem uso do sistema. Na Ásia, além de Japão e Coréia do Sul, há o exemplo da Índia. Maior democracia do mundo em número de eleitores (mais de 800 milhões), o país utiliza urnas eletrônicas semelhantes à brasileira, mas adaptadas à realidade eleitoral local.
O Brasil, contudo, é um dos poucos países que conseguiram expandir a votação eletrônica à quase totalidade dos eleitores. Implantado em 1996, o sistema tornou-se referência internacional, atraindo o interesse de diversas nações que buscam fortalecer a cooperação com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para conhecer e utilizar a experiência brasileira. Nessa área, já ocorreram empréstimos de urnas desenvolvidas pelo TSE para vários países, entre eles, República Dominicana, Costa Rica, Equador, Argentina, Guiné-Bissau, Haiti e México. O Paraguai também empregou as urnas eletrônicas brasileiras em suas eleições de 2001, 2003, 2004 e 2006.
Cooperação Internacional
Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, atualmente a Justiça Eleitoral tem estabelecido acordos de intercâmbio de conhecimento. “Somos referência mundial nesse assunto, e os acordos de cooperação firmados são uma oportunidade para o Brasil transferir conhecimento. O acordo não é para ceder equipamento ou transferir softwares, mas, sim, para transferir conhecimento, pois cada país tem sua realidade”, destaca Janino.
O interesse internacional em relação ao sistema eletrônico de votação brasileiro e a presença de comitivas de vários países no TSE já integra a rotina do Tribunal. Nas Eleições Municipais de 2016, por exemplo, mais de 30 nações enviaram autoridades para acompanhar o pleito e conhecer o sistema brasileiro, entre as quais Angola, Bolívia, Botsuana, Coreia do Sul, Costa Rica, Estados Unidos, França, Guiné, Guiné-Bissau, Jamaica, México, Panamá, Peru, República Dominicana e Rússia.
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Fonte: http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2018/Outubro/em-todo-mundo-35-paises-utilizam-sistema-eletronico-de-votacao

Inspiração

PARAÍSO

Do paraíso o anjo fala:
Éden e céu são assim,
Um com o outro se iguala,
Sem ter começo ou fim.

Para medi-lo da ala
Primeira à última, enfim,
Não há medida ou escala,
Sério ele disse a mim.

Mas cá, verdade esbanjo,
Pode até mesmo um anjo
Não falar tudo de vera.

O paraíso que alinho
Ao pensar é um tantinho
Da boca em que um beijo dera.
Erigutemberg Meneses

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Menaagem

...E no final você ainda vai olhar para trás e agradecer cada tropeço. Acredite, Deus não falha.
Desconhecido

Abono Salarial

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A dois meses do fim do prazo, 1,85 mi trabalhadores não sacaram abono

O Ministério do Trabalho revelou hoje (24) que 1,85 milhão de trabalhadores que recebem até dois salários mínimos ainda não sacaram o abono salarial de 2016. Os beneficiários ainda não resgataram R$ 1,36 bilhão.
O prazo para o saque originalmente acabaria em 29 de junho, mas o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) prorrogou a data para 28 de dezembro. Quem não retirar o dinheiro perderá o benefício.
Segundo o Ministério do Trabalho, 7,35% dos trabalhadores ainda não retiraram o abono salarial de 2016. Tem direito ao abono salarial ano-base 2016 quem estava inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos, trabalhou com carteira assinada pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.
O trabalhador também precisa ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) para receber o abono salarial. O montante destinado a cada trabalhador depende do tempo de trabalho formal em 2016. O valor começa em 1/12 do salário mínimo para quem trabalhou por apenas 30 dias, aumentando a cada mês trabalhado até atingir, em 12 meses, o salário mínimo cheio (R$ 954).
O abono salarial fica pelo menos dois anos disponível para saque. Depois desse prazo, o dinheiro retorna ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e o empregado perde direito ao benefício.
Edição:Fernando Fraga
fONTE\\;genciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-10/dois-meses-do-fim-do-prazo-185-mi-trabalhadores-nao-sacaram-abono
Imagem: google.com.br

Colaboração: Eunice Costa

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas