segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

ENTRETENIMENTO

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NATAL

festa da humildade de Deus, festa da humanidade”
Por Carlos Britto    24.12.2017



Neste artigo, o bispo de Juazeiro (BA), Dom Beto Breis chama atenção para aquele que deveria ser o verdadeiro espírito do Natal.
Boa leitura:
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Natal é a festa da Humanidade. É Celebração carregada de otimismo antropológico: se o próprio Deus assume nossa condição, quanto valor não haverá cada pessoa humana, imagem de Deus formada na Criação e reformada na Encarnação do Verbo? Todavia, é sempre o pecado, com suas múltiplas expressões pessoais e sociais, que deforma essa imagem, que lhe nega e avilta. Daí tantos rostos deformados pela abissal, persistente e escandalosa desigualdade num país de “tradição cristã”. No âmbito mundial, guerras estúpidas (existe guerra sensata?) reforçam ódios, pré-conceitos, barreiras e geram dor e morte num jogo de retaliações e vingança nada próprias de uma “Civilização” que se diz cristã.
O poema que abre este artigo, do grande poeta pernambucano Manuel Bandeira (+1968), convida a olhar corpos deformados, dignidades feridas de quem vive de sobras, de restos das mesas dos epulões. De fato, não aprendemos a lição do Natal. Ousamos romantizar o nascimento do Deus-humanado em uma estrebaria (foi o que sobrou, pois “não havia lugar para eles na hospedaria”, como afirma o Evangelista) e a substituí-lo por um velhinho lendário e bem adequado aos gostos consumistas e neoliberais. Não é também pequena a tentação de substituirmos o cerne da mensagem natalina, evangélico, por mensagens piegas, nada incômodas e desafiadoras, carregadas de sentimentalismo estéril, efêmero e intimista. Estamos distantes de Francisco de Assis, que ao se encantar com o mistério da humildade de Deus desvelada no Natal, “cria” o presépio para vislumbrar a concretude da sua pobreza: “Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro” (1 Celano 84).
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Fonte:carlosbritto.com.br

INSPIRAÇÃO

O AMOR MAIOR


Deus Amor enviou o Amor
Mas Seu povo O rejeitou
Por amor enfrentou dor
A Si mesmo se entregou.

O amor nasceu em Belém
Cidade do rei Davi
E morreu em Jerusalém
Dividiu a história ali

Os anjos anunciaram
Nasceu, nasceu o Salvador
Aos pastores que guardavam
Rebanhos com muito ardor.

Os magos vieram do Oriente
E presentearam o Amor
Seguiram a estrela contentes
Prosseguiram com fervor.

Não tenho ouro nem incenso
Nem mirra pra presentear
Meu amor pelo Amor é imenso
Minha vida vou lhe dar.

Com muito amor sigo o Amor
Nunca hei de abandonar
Em todo o lugar que eu for
Esse Amor vou anunciar.

(Christiano Nunes)

 

domingo, 24 de dezembro de 2017

MENSAGEM

Não há alegria pública que 
valha uma boa alegria particular.
Machado de Assis

INTOXICAÇÃO

Uso de medicamento é a principal causa de intoxicação na Bahia
Tribuna da Bahia, Salvador
23/12/2017 13:30 | Atualizado há 4 horas e 41 minutos


Por Jordânia Freitas
Tem gente que sempre carrega consigo um comprimido, seja para dor de cabeça, de garganta ou qualquer outro tipo de incômodo. Mas a automedicação, aliada à ingestão indiscriminada de remédios pode levar a um quadro de intoxicação. Segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), o uso de medicamentos é a principal causa de intoxicação na Bahia este ano. Foram registradas 1.305 notificações. As principais vítimas são as mulheres.  
Segundo Daniel Rebouças, toxicologista e diretor do Centro Antiveneno da Bahia (CIAVE), a intoxicação pelo uso de remédios  ocupa o primeiro lugar em todo o mundo. “A intoxicação por medicamento, em geral, gira em tono de 40%”, explica.
O DATASUS também apontou outras causas de intoxicação com números expressivos de ocorrências, como por alimento ou bebida (420), raticida (276) e produto de uso domiciliar (240).
O médico explica que os principais remédios causadores de intoxicação são aqueles utilizados para o tratamento de doenças mentais, neurológicas, cardiovasculares e para controle do diabetes. Mas ele alerta que os mais usados em todo o mundo  são os analgésicos, que também apresentam riscos, principalmente pela facilidade de acesso à droga--
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Fonte:www.trbn.com.br
Colaboração: Eunice Costa



ENTRETENIMENTO

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NOMES DA MODA NO BRASIL

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Miguel e Alice foram os nomes de bebê mais escolhidos pelas famílias brasileiras, mostra o ranking BabyCenter 2017. 

O ranking foi elaborado a partir de 362.800 nomes de bebês nascidos ao longo de 2017 e cadastrados na plataforma BabyCenter, composta pelo site (brasil.babycenter.com) e pelo aplicativo grátis, com informações sobre a gravidez e o desenvolvimento da criança. 


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Meninas: Alice, Helena, Heloísa e Lorena em alta

Alice é o nome feminino preferido para bebês desde 2015, segundo o ranking de nome de meninas do BabyCenter Brasil.

Helena, um nome clássico e forte, é cada vez mais amado, e em 2017 chegou ao terceiro lugar, atrás apenas de Sophia.

Ganhando força ao longo dos últimos anos, o nome Heloísa também se consolida, e em 2017 entrou na lista dos 10 nomes femininos mais usados, ocupando o 9º lugar. Lorena segue subindo, alcançando o 12º lugar, e deixando para trás nomes tradicionais, como Beatriz (16º). 

Outros nomes que estão se tornando moda para meninas são: EloáAntonellaLizMaitêLunaMirellaAyla e Aurora

Os cinco nomes de menina mais comuns são: AliceSophiaHelenaValentina e Laura


Confira o ranking BabyCenter dos 100 nomes de menina mais usados em 2017

Meninos: sucesso de Miguel, Bernardo, Heitor, Lorenzo e Théo

Miguel foi em 2017, pelo sétimo ano seguido, o nome mais escolhido para bebês meninos. Alguns nomes muito badalados, porém, começam a demonstrar cansaço em sua forma individual, como DaviGabrielLucas e Felipe, todos em queda. 

Reencarnações de nomes antigos vêm ganhando cada vez mais força. Bernardo, por exemplo, é um nome clássico que já alcançou o terceiro lugar entre os nomes masculinos mais usados. O forte Heitor chegou ao quarto lugar. 

Os nomes internacionais LorenzoThéo e Enzo consolidaram-se entre os dez mais escolhidos para meninos. 

Em alta também, mas menos comuns, estão JoaquimAnthonyGael e Calebe


Os cinco nomes de menino mais usados no Brasil são: MiguelArthurBernardoHeitor e Davi

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Imagem: google.com.br

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas