"DAR DE SI ANTES DE PENSAR EM SI " SEJA A INSPIRAÇÃO FRANCISCO JOSÉ PALMEIRA CELESTINO Presidente 2018/2019
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
NATAL
festa da humildade de Deus, festa da humanidade”
Por Carlos Britto 24.12.2017

Por Carlos Britto 24.12.2017

Neste artigo, o bispo de Juazeiro (BA), Dom Beto Breis chama atenção para aquele que deveria ser o verdadeiro espírito do Natal.
Boa leitura:
Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Natal é a festa da Humanidade. É Celebração carregada de otimismo antropológico: se o próprio Deus assume nossa condição, quanto valor não haverá cada pessoa humana, imagem de Deus formada na Criação e reformada na Encarnação do Verbo? Todavia, é sempre o pecado, com suas múltiplas expressões pessoais e sociais, que deforma essa imagem, que lhe nega e avilta. Daí tantos rostos deformados pela abissal, persistente e escandalosa desigualdade num país de “tradição cristã”. No âmbito mundial, guerras estúpidas (existe guerra sensata?) reforçam ódios, pré-conceitos, barreiras e geram dor e morte num jogo de retaliações e vingança nada próprias de uma “Civilização” que se diz cristã.
O poema que abre este artigo, do grande poeta pernambucano Manuel Bandeira (+1968), convida a olhar corpos deformados, dignidades feridas de quem vive de sobras, de restos das mesas dos epulões. De fato, não aprendemos a lição do Natal. Ousamos romantizar o nascimento do Deus-humanado em uma estrebaria (foi o que sobrou, pois “não havia lugar para eles na hospedaria”, como afirma o Evangelista) e a substituí-lo por um velhinho lendário e bem adequado aos gostos consumistas e neoliberais. Não é também pequena a tentação de substituirmos o cerne da mensagem natalina, evangélico, por mensagens piegas, nada incômodas e desafiadoras, carregadas de sentimentalismo estéril, efêmero e intimista. Estamos distantes de Francisco de Assis, que ao se encantar com o mistério da humildade de Deus desvelada no Natal, “cria” o presépio para vislumbrar a concretude da sua pobreza: “Quero lembrar o menino que nasceu em Belém, os apertos que passou, como foi posto num presépio, e ver com os próprios olhos como ficou em cima da palha, entre o boi e o burro” (1 Celano 84).
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Fonte:carlosbritto.com.br
INSPIRAÇÃO
O AMOR MAIOR
Deus Amor enviou o Amor
Mas Seu povo O rejeitou
Por amor enfrentou dor
A Si mesmo se entregou.
O amor nasceu em Belém
Cidade do rei Davi
E morreu em Jerusalém
Dividiu a história ali
Os anjos anunciaram
Nasceu, nasceu o Salvador
Aos pastores que guardavam
Rebanhos com muito ardor.
Os magos vieram do Oriente
E presentearam o Amor
Seguiram a estrela contentes
Prosseguiram com fervor.
Não tenho ouro nem incenso
Nem mirra pra presentear
Meu amor pelo Amor é imenso
Minha vida vou lhe dar.
Com muito amor sigo o Amor
Nunca hei de abandonar
Em todo o lugar que eu for
Esse Amor vou anunciar.
(Christiano Nunes)
Deus Amor enviou o Amor
Mas Seu povo O rejeitou
Por amor enfrentou dor
A Si mesmo se entregou.
O amor nasceu em Belém
Cidade do rei Davi
E morreu em Jerusalém
Dividiu a história ali
Os anjos anunciaram
Nasceu, nasceu o Salvador
Aos pastores que guardavam
Rebanhos com muito ardor.
Os magos vieram do Oriente
E presentearam o Amor
Seguiram a estrela contentes
Prosseguiram com fervor.
Não tenho ouro nem incenso
Nem mirra pra presentear
Meu amor pelo Amor é imenso
Minha vida vou lhe dar.
Com muito amor sigo o Amor
Nunca hei de abandonar
Em todo o lugar que eu for
Esse Amor vou anunciar.
(Christiano Nunes)
domingo, 24 de dezembro de 2017
INTOXICAÇÃO
Uso de medicamento é a principal causa de intoxicação na Bahia
Tribuna da Bahia, Salvador
23/12/2017 13:30 | Atualizado há 4 horas e 41 minutos
23/12/2017 13:30 | Atualizado há 4 horas e 41 minutos
Por Jordânia Freitas
Tem gente que sempre carrega consigo um comprimido, seja para dor de cabeça, de garganta ou qualquer outro tipo de incômodo. Mas a automedicação, aliada à ingestão indiscriminada de remédios pode levar a um quadro de intoxicação. Segundo dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), o uso de medicamentos é a principal causa de intoxicação na Bahia este ano. Foram registradas 1.305 notificações. As principais vítimas são as mulheres.
Segundo Daniel Rebouças, toxicologista e diretor do Centro Antiveneno da Bahia (CIAVE), a intoxicação pelo uso de remédios ocupa o primeiro lugar em todo o mundo. “A intoxicação por medicamento, em geral, gira em tono de 40%”, explica.
O DATASUS também apontou outras causas de intoxicação com números expressivos de ocorrências, como por alimento ou bebida (420), raticida (276) e produto de uso domiciliar (240).
O médico explica que os principais remédios causadores de intoxicação são aqueles utilizados para o tratamento de doenças mentais, neurológicas, cardiovasculares e para controle do diabetes. Mas ele alerta que os mais usados em todo o mundo são os analgésicos, que também apresentam riscos, principalmente pela facilidade de acesso à droga--
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Fonte:www.trbn.com.br
Colaboração: Eunice Costa
NOMES DA MODA NO BRASIL
Escrito para o BabyCenter Brasil
Miguel e Alice foram os nomes de bebê mais escolhidos pelas famílias brasileiras, mostra o ranking BabyCenter 2017.
O ranking foi elaborado a partir de 362.800 nomes de bebês nascidos ao longo de 2017 e cadastrados na plataforma BabyCenter, composta pelo site (brasil.babycenter.com) e pelo aplicativo grátis, com informações sobre a gravidez e o desenvolvimento da criança.
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O ranking foi elaborado a partir de 362.800 nomes de bebês nascidos ao longo de 2017 e cadastrados na plataforma BabyCenter, composta pelo site (brasil.babycenter.com) e pelo aplicativo grátis, com informações sobre a gravidez e o desenvolvimento da criança.
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Meninas: Alice, Helena, Heloísa e Lorena em alta
Alice é o nome feminino preferido para bebês desde 2015, segundo o ranking de nome de meninas do BabyCenter Brasil.Helena, um nome clássico e forte, é cada vez mais amado, e em 2017 chegou ao terceiro lugar, atrás apenas de Sophia.
Ganhando força ao longo dos últimos anos, o nome Heloísa também se consolida, e em 2017 entrou na lista dos 10 nomes femininos mais usados, ocupando o 9º lugar. Lorena segue subindo, alcançando o 12º lugar, e deixando para trás nomes tradicionais, como Beatriz (16º).
Outros nomes que estão se tornando moda para meninas são: Eloá, Antonella, Liz, Maitê, Luna, Mirella, Ayla e Aurora.
Os cinco nomes de menina mais comuns são: Alice, Sophia, Helena, Valentina e Laura.
Confira o ranking BabyCenter dos 100 nomes de menina mais usados em 2017
Meninos: sucesso de Miguel, Bernardo, Heitor, Lorenzo e Théo
Miguel foi em 2017, pelo sétimo ano seguido, o nome mais escolhido para bebês meninos. Alguns nomes muito badalados, porém, começam a demonstrar cansaço em sua forma individual, como Davi, Gabriel, Lucas e Felipe, todos em queda.
Reencarnações de nomes antigos vêm ganhando cada vez mais força. Bernardo, por exemplo, é um nome clássico que já alcançou o terceiro lugar entre os nomes masculinos mais usados. O forte Heitor chegou ao quarto lugar.
Os nomes internacionais Lorenzo, Théo e Enzo consolidaram-se entre os dez mais escolhidos para meninos.
Em alta também, mas menos comuns, estão Joaquim, Anthony, Gael e Calebe.
Os cinco nomes de menino mais usados no Brasil são: Miguel, Arthur, Bernardo, Heitor e Davi.
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Imagem: google.com.br
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