sexta-feira, 30 de setembro de 2016

GOVERNO CENTRAL


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Governo Central ultrapassa meta de déficit para o ano no acumulado de 12 meses

Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil

Segundo a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, o déficit da Previdência é um dos fatores responsáveis pelo resultado fiscal
Valter Campanato/Arquivo/Agência Brasil
A queda das receitas em meio ao crescimento de despesas obrigatórias fez o Governo Central - Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - ultrapassar, nos 12 meses terminados em agosto, a meta de déficit primário esperada para 2016. No acumulado de 12 meses, o resultado negativo chegou a R$ 172,195 bilhões, contra uma meta estipulada de resultado negativo de R$ 170,5 bilhões para este ano.
O déficit primário é o resultado negativo das contas públicas desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Apenas em agosto, o Governo Central registrou déficit primário de R$ 20,346 bilhões, o pior resultado negativo para o mês desde o início da série histórica, em 1997. O montante representa quatro vezes o déficit de R$ 5,061 bilhões registrado em agosto do ano passado.
Nos oito primeiros meses de 2016, o déficit primário chega a R$ 71,419 bilhões, também o pior resultado para o período na história. De janeiro a agosto do ano passado, o governo registrou resultado negativo de R$ 13,964 bilhões.
De acordo com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, o fato de o déficit no acumulado de 12 meses ter ultrapassado a meta deste ano representa apenas um efeito estatístico da quitação de passivos da União com bancos públicos e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que fez o Tesouro desembolsar R$ 55,6 bilhões em dezembro do ano passado. Ela assegurou que o cumprimento da meta de déficit de R$ 170,5 bilhões será possível.
"Quando chegarmos a dezembro deste ano, esse valor de R$ 55,6 bilhões será eliminado das estatísticas de 12 meses. A base de comparação voltará ao normal, mostrando que a meta fiscal para 2016 será cumprida", declarou.

Leia mais em: http://zip.net/bvttT4

Fonte:bol.com.br

Colaboração:: Eunice Costa

ENTRETENIMENTO

Após a confirmação da apresentação da banda para o final do mês, todos os músicos foram convocados para os ensaios diários. Logo nos primeiros dias, o líder do grupo começou a ficar preocupado com o grande índice de ausência dos músicos. O guitarrista não veio no primeiro dia. No dia seguinte, o baixista faltou. E assim, a cada dia faltava pelo menos um músico: o trompetista, depois o saxofonista e o líder ficava cada vez mais preocupado. Mas ele observou que o baterista não faltava uma só vez.
O ensaio geral foi na véspera do grande dia e o líder falou de sua preocupação em relação ao grande índice de faltas. Ele só via mesmo com senso de responsabilidade o baterista, que não havia faltado uma única vez e que agradecia a ele por sua presença constante.
— Era o mínimo que eu podia fazer — disse o baterista. — Afinal de contas, amanhã eu não vou poder vir tocar.

RANKING DE COMPETITIVIDADE


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Brasil cai para 81ª colocação em ranking de competitividade

O Brasil caiu para a 81ª colocação num ranking de competitividade que inclui 138 nações avaliadas pelo Fórum Econômico Mundial. É a pior colocação já registrada pelo país, que, desde 2012, já perdeu 33 posições e se distanciou dos demais Brics — grupo de economias emergentes que inclui, além do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Segundo a pesquisa, o Brasil revela sinais fortes de declínio da produtividade e baixo grau de inovação.
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No ranking, o Brasil ficou atrás de Índia (39ª), Rússia (43ª) e África do Sul (47ª). Na América Latina, o país também tem pior colocação do que Chile (33ª), México (51ª), Colômbia (61ª) e Peru (67ª). O país mais competitivo, a Suíça, lidera a classificação pelo oitavo ano consecutivo. Cingapura e Estados Unidos ficaram na segunda e terceira posições, respectivamente. O Yemen ficou na lanterna.


A competitividade do Brasil vem caindo desde 2012, quando o país estava na 48ª posição. Agostini observou que, em 2011, já havia sinais de enfraquecimento econômico. “A inflação estava alta, longe da meta, e o PIB já dava sinais de cansaço. Desde lá o país veio se tornando menos produtivo e competitivo. A crise financeira acabou potencializando essas deficiências”, afirmou.

“A inovação é um dos temas mais preocupantes”, disse Ana Burcharth, professora e pesquisadora da Fundação Dom Cabral, que ajudou a organizar o estudo. Nesse quesito, o Brasil passou da 84ª posição, em 2015, para a 100ª neste ano. Na pesquisa, o país ocupa a 8ª posição em tamanho de mercado, mas, nos itens eficiência nos mercados de bens e de trabalho está na 128ª e na 117ª colocação, respectivamente.

Fonte: correiobrasilense.com.br

INSPIRAÇÃO

Alerta gratuito

-Tu és muito criança, meu amigo,
se a idade que consta é verdadeira,
tens pela frente uma vida inteira,
atenta ao papo que vou ter contigo;

Tudo que é fácil traz em si perigo,
encara os fatos de outra maneira,
pensar que enganas é tolice,asneira,
quem erra sempre se expõe ao castigo!

Ouve este alerta que no verso vai,
de alguém que até podia ser teu pai ,
e aos poucos viu, na sua caminhada,

que o homem para outro homem é lobo,
e a ideia de pensar que o mundo é bobo
está por fora,não nos leva a nada!
RIOMAR MELO

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

MENSAGEM

 Alan Cohen

"Seja feliz com o que você tem,
mas fique animado com a chance de ter mais" 

Colaboração: Itazir de Freitas


USUÁRIOS CRITICAM

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eSocial ganha nova ferramenta mas não facilita vida do empregador

Sistema calcula férias, 13º, rescisão, entre outros. Usuários criticam complexidade da página

Rio - O eSocial, que foi criado para unificar os pagamentos de todas as contribuições dos empregados domésticos, ganhou uma nova ferramenta. Desde o último dia 16, o sistema passou a calcular também as principais verbas rescisórias devidas pelos empregadores domésticos. Para usar o serviço, o patrão deve informar a data e o motivo da rescisão, e, se aviso prévio indenizado é devido na página http://www.esocial.gov.br.
A partir das informações que são enviadas à plataforma, o sistema calcula o valor devido de salário, aviso prévio indenizado, 13º salário, férias proporcionais, terço constitucional das férias e salário família, todos baseados no valor da remuneração contratual da doméstica.
Quando houver, o empregador deve informar também valores relativos a horas extras, adicional noturno, desconto de faltas, multa por atraso no pagamento da rescisão, entre outros. A Receita Federal informou que, nas situações em que o empregado doméstico não tem direito a férias indenizadas e recebe apenas salário fixo, não são necessários cálculos rescisórios.
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A Receita Federal informou que o cálculo sobre as remunerações informadas na plataforma é feito corretamente e que a maioria dos casos é resolvida pelo programa. No entanto, reconheceu que alguns pontos específicos podem exigir que o empregador faça manualmente as contas e insira as informações depois no programa.
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Problemas recorrentes no sistema
Dificuldades no manuseio do eSocial tem sido relatadas por usuários desde que o sistema foi criado há um ano. De acordo com Mario Avelino, do Instituto Doméstica Legal, o que era para ser o “simples doméstico” virou “complexo doméstico”.
Fonte: odia.ig.com.br
Colaboração: Eunice Costa

VIDA CURTA


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Os 25 pilotos que morreram na F1

O esporte que curtimos é uma atividade de alto risco. Não existe como mitigar todos os riscos quando carros ou motos estão em circuitos correndo uns contra os outros a altíssimas velocidades.
Como homenagem a todos que perderam suas vidas nos esportes a motor, nós olhamos para trás e listamos os 25 pilotos mortos durante um fim de semana de Grand Prix, na sequência da morte de Jules Bianchi, nove meses após um acidente devastador no GP do Japão.
1. Onofre Marimon (ARG) aos 30 anos
2. Luigi Musso (ITA) aos 33 anos
3. Peter Collins (GBR) aos 26 anos
4. Stuart Lewis-Evans (GBR) aos 28 anos
5. Chris Bristow (GBR) aos 22 anos. Aaln Stacey (GBR) aos 26 anos
7. Wolfgang von Trips (ALE) aos 33 anos
8. Carel de Beaufort (HOL) aos 30 anos
9. John Taylor (GBR) aos 33 anos
10. Lorenzo Bandini (ITA) aos 31 anos
11. Jo Schlesser (FRA) aos 40 anos
12. Gerhard Mitter (ALE) aos 33 anos
13. Piers Courage (GBR) aos 28 anos
14. Jochen Rindt (AUT) aos 28 anos
15. Roger Williamson (GBR) aos 25 anos
16. François Cevert (FRA) aos 29 anos
17. Helmuth Koinigg (AUT) aos 25 anos
18. Mark Donohue (EUA) aos 38 anos
19. Tom Pryce (GBR) aos 27 anos
20. Ronnie Peterson (SUE) aos 34 anos
21. Gilles Villeneuve (CAN) aos 32 anos
22. Ricardo Paletti (ITA) aos 23 anos
23. Roland Ratzenberger (AUT) aos 33 anos
24. Ayrton Senna (BRA) aos 34 anos

01 de maio de 1994: O lendário brasileiro tinha planejado levantar a bandeira nacional austríaca como um tributo a Ratzenberger após o GP de San Marino, mas ao invés disso ele correu para a morte também. O tricampeão considerado por muitos como o melhor piloto de todos os tempos, sofreu fraturas de crânio e lesões cerebrais, após bater no muro da curva Tamburello a 240 km/h e um braço de suspensão penetrar em sua cabeça.
25. Jules Bianchi (FRA) aos 25 anos
Outros pilotos de F1 também morreram em acidentes, mas em outras categorias ou quando não era um fim de semana oficial de corrida de Formula 1.
Fonte: AS - www.autoracing.com.br

Colaboração: João Costa

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas