sábado, 28 de fevereiro de 2015

FELICIDADE É TER O QUE FAZER

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Que bom estar com você mais uma vez refletindo sobre suas possibilidades neste dia.Você aí no seu trabalho eu aqui no meu. Que bom é ter o que fazer, não é? Um filósofo muito antigo, Aristóteles, já dizia: “Felicidade é ter o que fazer”. 

Tem gente que não consegue ficar parado e sempre acha alguma coisa pra fazer, porque sabe disso e assim encontra a  felicidade nas ações. Quando estamos em ação participamos da história da humanidade, da construção do mundo, do futuro. 

Quem não atua, além de triste nunca encontra seu papel, sua missão na construção do novo mundo. E daí nascem as crises que afetam a auto-estima e produz seres opacos que simplesmente são levados pelas ondas para qualquer direção. 

Para ser alguém na história não existe outra maneira que não seja o fazer. É fazendo, que nos estruturamos como agentes positivos da humanidade. É agindo que nos tornamos alguém. Não basta orar. A fé move montanhas mas enquanto reza empurre a montanha. 

Todas as pessoas dispostas ao trabalho estão inseridas no sistema positivo de criação de um novo mundo. O trabalhador da limpeza, da plantação, da colheita, do torno, da máquina, do transporte, da gerência, da venda, da compra, do hospital, todos estão envolvidos nesta cadeia de trabalho produtiva. 


(desconheço o Autor mas gostei)

Colaboração: Ricardo Rocha

ENTRETENIMENTO

Estavam três homens em um avião, um francês, um americano e um brasileiro. O francês colocou o braço para fora na janela e disse:
- Estamos na França.
- Como você sabe? - perguntam os outros.
- É que eu toquei na Torre Eiffel.
O americano coloca o braço para fora e diz:
- Estamos nos EUA.
- Como você sabe? - perguntam os outros.
- É que eu toquei na Estátua da Liberdade.
O brasileiro coloca o braço para fora e diz:
- Estamos no Brasil.
- Como você sabe? - perguntam os outros.
- Roubaram meu relógio.

FALHA DO OSCAR




Profissionais do cinema mortos em 2014 foram homenageados , na madrugada desta segunda feira(23), na cerimônia do Oscar, mas um nome essencial para os internautas brasileiros, foi esquecido pela Academia: José Wilker.
O ator que morreu em abril do ano passado, vítima de um infarto, comentou por vários anos a premiação, na transmissão da Globo. 

No Twitter, usuários sentiram falta do brasileiro no momento "in memoriam" da premiação.
"Ué, não apareceu o José Wilker no telão do In Memoriam ?"comentou um internauta na rede social. " Mancada o Oscar não colocar o José Wilker no VT em homenagem aos falecidos... poxa ele que sempre fez a cobertura de tudo" disse outro. 
Celebridades como o ator Robin Williams, a atriz Lauren Bacall, o diretor Mick Nichols e até o escritor Gabriel Garcia Marques, entre outros profissionais, que trabalharam na frente e por trás das câmaras, foram homenageados no vídeo, apresentado por Meryl Streep. 
Após o "In Memoriam" oficial da premiação, a comandante da transmissão global deste ano, Maria Beltrão, lembrou a morte do ator brasileiro.
Fonte: UOL entretenimento 

INSPIRAÇÃO

À Virgem Santíssima, Mãe de misericórdia
Num sonho todo feito de incerteza,
De noturna e indizível ansiedade,
É que eu vi Teu olhar de piedade,
E (mais que piedade) de tristeza!

Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade,
Era outra luz,outra suavidade,
Que até nem sei se as há na Natureza,

Um místico sofrer, uma ventura
Feita só do perdão, só da ternura
E da paz da nossa hora derradeira,

Oh Visão triste, oh Visão piedosa,
Fita-me assim calada, assim chorosa,
E deixa-me sonhar a vida inteira...
Antero de Quental

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

MENSAGEM

 Paulo Coelho


"A felicidade às vezes é uma bênção, 
mas geralmente é uma conquista."

Colaboração: Itazir de Freitas

SINDICÂNCIA

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A Corregedoria Regional da Justiça Federal da 2ª Região instaurou uma sindicância para apurar o uso de bens apreendidos do empresário Eike Batista pelo juiz Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. O bens tinham sido apreendidos por decisão do próprio magistrado, em processo, no qual o empresário é acusado de crimes contra o mercado de capitais.
A informação foi divulgada pelo Conselho Nacional de Justiça, que acompanhará a investigação por meio da Corregedoria Nacional de Justiça. A decisão de abrir a sindicância partiu da presidência do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). 

Fonte: ig.com.br

Colaboração: Eunice Costa


POBRE RIO DE JANEIRO

                                       Resultado de imagem para FAVELAS DO RIO DE JANEIRO


“As perguntas praticamente inescapáveis da longa reportagem na Revista de Domingo do New York Times neste 22 de fevereiro sobre Papo Reto, um grupo de “cidadãos-jornalistas” em favelas cariocas, são: como um país como o Brasil conseguiu sediar a Copa do Mundo de 2014 e como a cidade do Rio de Janeiro vai sediar a Olimpíada de 2016?
Os jornais do Primeiro Mundo são fascinados por países como o Brasil – e sobretudo cidades como Rio de Janeiro e São Paulo – em que a extrema pobreza convive com os luxos e a ostentação das classes privilegiadas.
Tal constatação sugere que há um grande acerto na política de inclusão econômica e social defendida pelo Partido dos Trabalhadores. Infelizmente, como vemos no dia-a-dia do Brasil, entre a ideia e a realidade cai a sombra. Uma sombra que se chama corrupção.
A corrupção é secular no Brasil, vem das capitanias hereditárias, com seu regime de favorecimento aos apaniguados da coroa portuguesa. Instalou-se de há muito a prática de que as coisas só andam movidas a propinas.
Atire a primeira pedra quem nunca subornou o guarda da esquina.
O clima de desconfiança entre favelados e policiais, como documentado pelos “cidadãos-jornalistas” do Papo Reto, é inquestionável.
Quando alguém como Dona Dalva morre cravada de balas numa rua do Complexo do Alemão, a culpa é só da polícia ou é também dos traficantes de drogas que com ela estavam envolvidos em um tiroteio? O líder  do Papo Reto, identificado como “Raull” (assim mesmo, com um “l” a mais)  parece optar pela primeira hipótese, dizendo “com os traficantes, você conhece as regras, com a polícia, não”.
Pobre Rio de Janeiro, pobre não apenas no baixo poder aquisitivo de seus favelados, mas na avassaladora dependência das drogas.
Nossos governos ou são inoperantes (e no Rio de Janeiro as quadrilhas de traficantes se tornaram imensamente poderosas a partir do governo de Leonel Brizola e só fizeram crescer depois dele) ou coniventes.
Mas fizemos a Copa do Mundo. E a Olimpíada vem aí.”

Fonte: Blog do Werneck

Colaboração: Luiza Drubi

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas