A VOZ DA POESIA
Em uma imaginação onusta e calada
Refúgio ignoto e sacro da inspiração
A ampla magia da ilusão em sedução
Sangra o verbo de uma agrura velada
E quando a privação se faz desvairada
Se embebe às vezes de total solidão
Dela rompe uma voz, arcana, um tufão
Que murmura quimeras entrecortada
É a voz da poesia, que, assim falando
Na audição da criação em manuscritos
Narra as historias dos distintos causos
E traz com eles, atuardas, e infando
Amores sumidos, sucedidos aflitos
Vendavais de sensações e ausos...
Refúgio ignoto e sacro da inspiração
A ampla magia da ilusão em sedução
Sangra o verbo de uma agrura velada
E quando a privação se faz desvairada
Se embebe às vezes de total solidão
Dela rompe uma voz, arcana, um tufão
Que murmura quimeras entrecortada
É a voz da poesia, que, assim falando
Na audição da criação em manuscritos
Narra as historias dos distintos causos
E traz com eles, atuardas, e infando
Amores sumidos, sucedidos aflitos
Vendavais de sensações e ausos...
LucianoSpagnol
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