Tenho Sede...
Quanto em mim poderá caber o amor?
Amo a vida. Também a morte. Te amo,
Como condenado apostando a sorte,
Essa força motriz que afaga a dor!
Meu Senhor, te amo tanto e quanto e tanto
Que, aglomerados, os amores deste mundo,
Pesarão como plumas; Entretanto,
Condenada ao exílio, moribunda!
Amar-te, até meu último suspiro
E além da eternidade, se possível ;
E em outras tantas, quanto permitido.
Te amar, minha fagulha d'esperança !
Tô sedenta da última gota d'agua
Nos meus desertos, férteis, de lembranças!
Quanto em mim poderá caber o amor?
Amo a vida. Também a morte. Te amo,
Como condenado apostando a sorte,
Essa força motriz que afaga a dor!
Meu Senhor, te amo tanto e quanto e tanto
Que, aglomerados, os amores deste mundo,
Pesarão como plumas; Entretanto,
Condenada ao exílio, moribunda!
Amar-te, até meu último suspiro
E além da eternidade, se possível ;
E em outras tantas, quanto permitido.
Te amar, minha fagulha d'esperança !
Tô sedenta da última gota d'agua
Nos meus desertos, férteis, de lembranças!
aruanda
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