segunda-feira, 9 de julho de 2018

Cesta básica fica mais cara pelo 2º mês seguido

Tribuna da Bahia, Salvador
05/07/2018 12:34 | Atualizado há 3 dias, 6 horas e 15 minutos



Foto: Romildo de Jesus

Os preços dos alimentos que compõem a cesta básica subiram no mês de junho em 15 das 20 capitais brasileiras pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Na aferição de maio, o custo da cesta também aumentou na maioria das capitais (18).
As altas mais expressivas foram em Cuiabá (7,54%), Recife (5,82%), Curitiba (3,84%), Belém (3,83%) e Porto Alegre (3,45%). As reduções foram observadas em Campo Grande (4,51%), Florianópolis (3,70%), Belo Horizonte (0,32%), Goiânia (0,23%) e Rio de Janeiro (0,10%).
A cesta com custo mais elevado foi em Porto Alegre, no valor de R$ 452,81, seguida por São Paulo, R$ 451,63; Rio de Janeiro, R$ 445,58, e Cuiabá, R$ 425,32. Os menores valores foram observados em Salvador, R$ 333,00 e Aracaju, R$ 349,55.
No acumulado de junho de 2017 a junho de 2018, os preços caíram em 13 cidades, com destaque para Goiânia (-6,23%), João Pessoa (-5,40%) e Salvador (-4,92%). As altas foram registradas em sete capitais, sendo as principais Cuiabá (7,61%) e Rio de Janeiro (6%).
Alimentos
Sofreram aumento de preços, o leite integral, a carne bovina de primeira, o feijão, a farinha de trigo, o óleo de soja e o açúcar. O leite integral subiu em todas as capitais, com variação entre 2,34%, em Belém, e 18,01%, em Curitiba
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Salário mínimo
O Dieese estimou em R$ 3.804,06 o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas, equivalente a 3,99 vezes o salário mínimo brasileiro, hoje R$ 954. Da Agência Brasil

Fonte:  trbn.com.br

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