Alvorada
No alto, lá na torre da igrejinha,
quando o dia sequer mal começava,
uma valsa dolente se escutava,
no tom plangente de uma ladainha;
Lá de um alto falante esse tom vinha,
despertar a cidade que acordava,
para um dia de lutas se aprontava,
quando um raio de sol já se avizinha;
E o som dessa valsa, triste e belo,
vinha lá da mansão do Padre Ocelo,
conclamando os fiéis pra mais um dia...
Eu criança vestia a minha farda
da Escola Normal, tipo a de guarda,
quando eu era feliz e não sabia...
No alto, lá na torre da igrejinha,
quando o dia sequer mal começava,
uma valsa dolente se escutava,
no tom plangente de uma ladainha;
Lá de um alto falante esse tom vinha,
despertar a cidade que acordava,
para um dia de lutas se aprontava,
quando um raio de sol já se avizinha;
E o som dessa valsa, triste e belo,
vinha lá da mansão do Padre Ocelo,
conclamando os fiéis pra mais um dia...
Eu criança vestia a minha farda
da Escola Normal, tipo a de guarda,
quando eu era feliz e não sabia...
RIOMAR MELO
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