sábado, 3 de dezembro de 2016

PESQUISA

Resultado de imagem para jovens morando sozinhos

Em dez anos, residências de casais com filhos diminuem no país, aponta IBGE

Gustavo Maia

Do UOL, no Rio
Apesar de ainda ser a configuração mais encontrada no Brasil em 2015, a proporção de residências ocupadas por casais com pelo menos um filho caiu 7,8 pontos percentuais em relação a 2005. Dentre os "arranjos" considerados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), este foi o que registrou a maior redução nestes dez anos.
A informação está presente na SIS (Síntese de Indicadores Sociais) 2016, análise anual das condições de vida da população brasileira divulgada pelo instituto nesta sexta-feira (2).
Em 2005, o perfil representava 50,1% do total, sendo, portanto, maior que todas as outras somadas. Uma década depois, residências com casais e filhos eram 42,3% do todo. Ao mesmo tempo, dois outros tipos de arranjos registram crescimentos significativos.
A quantidade de pessoas morando sozinhas subiu de 10,4% para 14,6% na década. Casais sem filhos, por sua vez, foram de 15,2% para 20%
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Morando com os pais

A pesquisa também aponta "um fenômeno" relacionado à idade dos filhos que vivem com pelo menos um dos pais: o prolongamento ou retorno da convivência na vida adulta.
No grupo de pessoas de 25 a 34 anos que moram na casa dos pais, a proporção era de 21,7% em 2005, chegando a 25,3% em 2015. Como a taxa de jovens que estavam empregados no ano passado e moravam com os pais era praticamente equivalente à de quem estava na mesma condição mas morava sem os pais (71,7% e 75,1%, respectivamente), o documento afasta a possibilidade de que a permanência na casa dos pais esteja associada à falta de trabalho.
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FONTE:UOL.COM.BR
Colaboração: Eunice Costa

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