terça-feira, 13 de setembro de 2016

SUSTENTABILIDADE SOCIAL

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 Porque ela deve fazer parte de sua empresa


Por definição, sustentabilidade social é um conjunto de ações que tem como propósito melhorar a qualidade de vida da população como um todo, visando reduzir as desigualdades sociais e ampliar o acesso aos direitos e serviços básicos, como educação e saúde, por exemplo. O ponto a ser observado é que não existe sociedade igualitária ou justa sem a participação do mercado e das empresas.
 
Porém, é bom ressaltar que ações socialmente sustentáveis não são importantes apenas para as pessoas de mais baixa renda, uma vez que, assim que colocadas em prática, acabam por favorecer a vida de toda a população, indiscriminadamente.
 
Quer saber que tipo de ações poderosas são essas? Então confira nosso post e aprenda sobre mais essa vertente da sustentabilidade:

A sociedade como um todo

De acordo com a definição de desenvolvimento sustentável, cada cidadão, enquanto consumidor, membro de uma empresa ou do governo, precisa repensar seu comportamento, passando a adotar práticas que fortaleçam a sustentabilidade de todos os processos — tanto sociais quanto políticos, econômicos e ambientais.
 
Todas as companhias devem ter a consciência de que, para praticar a sustentabilidade social, todos os seus funcionários, assim como a comunidade que as cercam, devem gozar de uma vida com qualidade. Sem contar que todos os seus próprios processos e os das empresas com quem negocia devem estar de acordo com essas boas práticas.
 
Para apostarmos em uma sociedade mais sustentável, não basta cobrar posições de empresas ou novas leis dos políticos, já que exatamente em hábitos aparentemente inofensivos é que moram algumas das mazelas mais difíceis de erradicar.

A sustentabilidade social nas empresas

Já está mais do que comprovado que aquelas empresas comprometidas com a responsabilidade e a sustentabilidade social se valorizam mais do que as outras — especialmente após a aprovação na Norma ISO 2600, em 2010, para a implementação e manutenção de um Sistema de Gestão da Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SGRS).
 
Para a certificação do SGRS, deve-se demonstrar, essencialmente, o atendimento às normas legais e sociais ligadas ao trabalho forçado, ao trabalho infantil, à saúde ocupacional e segurança, ao direito de negociação e de associação coletiva, à discriminação, às práticas disciplinares, à jornada de trabalho e aos salários.
  
Entretanto, o atendimento à legislação vigente não conta toda a história. Veja, por exemplo, essa impressionante apresentação do New York Times. As tampas dos bueiros da cidade de Nova York — entre outras tantas peças de ferro fundido — são feitas em países em desenvolvimento, como a Índia. Ou seja, os funcionários da prefeitura e seus fiscais vivem em boas condições, com salários justos e qualidade de vida excepcional, enquanto os operários indianos, distantes da Grande Maçã, trabalham em condições subumanas, de quase escravidão. Esse abismo de desenvolvimento humano é um dos principais desafios da humanidade nos próximos séculos e um dos principais motivos pelos quais é tão difícil atingir um estado de verdadeira sustentabilidade.

O caminho do engajamento

Quando se pensa em sustentabilidade, a primeira associação que se faz costuma ser sempre relativa à preservação ambiental. Mas é preciso destacar que, ainda que seja um ponto extremamente importante, isso não é tudo. Foi a partir da consciência de que tanto as pessoas quanto o ambiente em que vivem merecem atenção, que surgiu o conceito da sustentabilidade social.

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Colaboração: Carmen Costa

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- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas