Jovens comem doces além do recomendado, aponta pesquisa
Se o consumo de balas, pirulitos e outras guloseimas é comum durante a adolescência, na escola é ainda maior. O alto teor de açúcar, nesse período da vida, chamou a atenção para a qualidade da saúde destes jovens e para o consumo consciente dos alimentos. De acordo com Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense 2015), dos 2,6 milhões de alunos que cursam o 9º ano do ensino fundamental, 41,6% consumem doces, durante os cinco dias úteis ou mais.
O levantamento revelou que o púbico prefere comprar alimentos em cantinas ou outros pontos alternativos, do que comer o que é oferecido gratuitamente nas instituições de ensino. Dos entrevistados, 61,5% afirmou consumir raramente ou nunca estes alimentos, que são mais saudáveis. A conclusão para o baixo consumo foi a ausência de regulamentação para a comercialização de produtos no âmbito escolar.
Ainda de acordo com o Pense 2015, "cerca de 58,5% dos alunos de escolas públicas podem comprar refrigerantes e 63,7% podem adquirir salgadinhos industrializados. Na rede privada, esses percentuais são respectivamente, 62,3%, 70,6% e 60%. E mais: 49,7% desses alunos estudam em escolas públicas onde há venda de balas, confeitos, doces, chocolates, sorvetes e outros".
A Tarde
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