Desenhos na parede
E a lembrança,matando uma sede,
traz-me de volta antigos segredos,
quando meu tio,brincando com dedos,
desenhava figuras na parede!
Pra mim criança ele falava:-vede,
a cabeça de um lobo nos lajedos,
a me mostrar sem receios nem medos,
os dois sentados a sorrir na rede;
As lembranças porém não se perderam,
as sombras nunca desapareceram,
ele já foi mas que a memória insista
em me dizer que as sombras são minhas,
eternizadas nas sentidas linhas
dos versos tristes de um saudosista!
E a lembrança,matando uma sede,
traz-me de volta antigos segredos,
quando meu tio,brincando com dedos,
desenhava figuras na parede!
Pra mim criança ele falava:-vede,
a cabeça de um lobo nos lajedos,
a me mostrar sem receios nem medos,
os dois sentados a sorrir na rede;
As lembranças porém não se perderam,
as sombras nunca desapareceram,
ele já foi mas que a memória insista
em me dizer que as sombras são minhas,
eternizadas nas sentidas linhas
dos versos tristes de um saudosista!
RIOMAR MELO
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