Auto censura
Não há crítico pior para o meu verso,
Não há crivo mais forte na censura,
Aquela análise de forma tão dura,
Ou um contestador por mais perverso,
Que assim como eu, em tom diverso,
Observe de forma tão segura,
O parâmetro nas rimas, a figura
Do soneto no verso e seu anverso!
Tal aquele pintor que ao paredão
Não esquece de uma segunda mão
Na pintura buscando aprimorar,
Muitas vezes um verso corrigindo,
Se como quero não está saindo,
O caminho mais curto é deletar!
Não há crítico pior para o meu verso,
Não há crivo mais forte na censura,
Aquela análise de forma tão dura,
Ou um contestador por mais perverso,
Que assim como eu, em tom diverso,
Observe de forma tão segura,
O parâmetro nas rimas, a figura
Do soneto no verso e seu anverso!
Tal aquele pintor que ao paredão
Não esquece de uma segunda mão
Na pintura buscando aprimorar,
Muitas vezes um verso corrigindo,
Se como quero não está saindo,
O caminho mais curto é deletar!
RIOMAR MELO
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