sábado, 16 de janeiro de 2016

ATAQUES DE TUBARÃO

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Fernando de Noronha na rota dos ataques de tubarão


O ataque de tubarão sofrido por um turista paranaense, no mês passado, na Ilha de Fernando de Noronha, causou um estupor generalizado. Até então, havia uma crença comum de que o ambiente equilibrado da ilha permitia a convivência perfeita entre homens e animais. O acidente mostrou que não é bem assim. O incidente foi o primeiro registrado, mas pode não ser o último, caso algumas regras de precaução não sejam adotadas, é o que alerta um estudioso do peixe mais temido do planeta.
“Embora o ecossistema esteja em equilíbrio, não podemos esquecer que o ambiente da ilha é selvagem e que alguns riscos não podem ser controlados”, adverte o engenheiro de pesca e pesquisador da Universidade Rural de Pernambuco (UFRPE) Jonas Rodrigues. “As pessoas precisam acabar com essa crença de que todas as atividades náuticas em Noronha são 100% seguras. Só assim poderemos minimizar os risco de acidentes não somente com tubarões, mas com outros animais marinhos.”
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Segundo Jonas, dá para descartar apenas o tubarão-lixa porque a morfologia da boca dessa espécie é muito diferente das outras e não causaria dano tão grande. O turista perdeu uma mão e parte do braço direito. “É bom lembrar ainda que espécies oceânicas de comportamento agressivo, como o tubarão-galha branca, usa Fernando de Noronha, que também é uma ilha oceânica, como berçário”, acrescenta. O tubarão-tigre, segundo Jonas, habita o entorno do arquipélago, “mas estima-se que seja mais raro a entrada deles na baía (o ataque ocorreu na de Sueste)”, diz. “Quando fazem isso, normalmente é em busca de alimentos.”

Fonte:  uol.com.br

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- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas