Se você mora na Índia e encontra aquela pessoa perfeita que faz o seu coração flutuar, é melhor torcer para que Marte não tenha alguma coisa contra esse relacionamento. A astrologia é importante para os hindus da Índia e se você ou seu parceiro nascem sob a influência de Marte, há uma boa chance de que seu casamento vá acabar em desarmonia, fracasso e morte. Nenhum desses resultados são mutuamente exclusivos.
Há uma estratégia para aqueles que são considerados influenciados por Marte (ou manglik) se livrarem de tanta má sorte. Antes de juntar as escovas de dente com seu parceiro, você deve se casar com uma árvore.
E não ache que é modo de dizer – estamos falando de uma árvore real, mais precisamente uma bananeira e, bem, não estamos aqui para questionar os detalhes específicos dessa receita para se livrar da fúria do Planeta Vermelho. Alternativamente, você pode se casar com uma estátua do deus Vishnu, contanto que ela seja feita de prata ou ouro, mas bananeiras são presumivelmente mais fáceis de conseguir. Ainda não nos abandone, temos uma explicação surpreendentemente razoável para isso.
O raciocínio por trás destas núpcias vegetais é que se um manglik se casar primeiro com um determinado objeto inanimado (como uma estátua de ouro ou uma bananeira), a ira de Marte cairá sobre esse objeto, ao invés do infeliz cônjuge desavisado. Essa ira interplanetária é aparentemente limitada ao primeiro casamento e as núpcias subsequentes devem estar livres da maldição.
Isso pode soar apenas como superstição, mas é uma tradição tão comum que a atriz de Bollywood e ex-Miss Mundo Aishwarya Rai, que atuou em “A Pantera Cor-de-rosa 2″ e no aclamado “Noiva e Preconceito”, casou-se com uma árvore antes de seu casamento humano, depois de ter descoberto que era uma manglik. Desde então, tem sido atacada por tomar parte em um costume que está irrevogavelmente ligado à prática indiana ilegal de discriminação de castas e a única vantagem é que ela pode assumir que Marte não vai matar seu marido.
Fonte: HypeScience ( Cracked )
Colaboração: Luiza Drubi
Nenhum comentário:
Postar um comentário