segunda-feira, 3 de agosto de 2015

PRA FRENTE BRASIL

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Vivo aqui execrando esse futebol covarde e sem imaginação que se pratica no Brasil há umas boas duas décadas.
Por isso mesmo é como quem respira uma golfada de ar fresco em meio à poluição que vejo uma fresta de mudança em alguns times e jogos do Brasileirão. Por exemplo: Galo, Palmeiras, Grêmio, Santos, Sport, com o São Paulo correndo por fora, caso Don Osório consiga manter o nível de agressividade apresentado no jogo contra o Galo, quarta à noite. São times que ousam. O próprio vice-líder, o Corinthians, dá sinais de que pode evoluir nesse sentido.
Quero, agora, botar na roda um Fla-Flu virtual.
O Flamengo, desde a chegada de Guerrero, levantou a crista. E, quando, Ederson puder jogar, certamente ganhará um toque de inteligência e técnica que falta ainda ao seu meio de campo. Com aquela massa delirante o impulsionando no Maracanã, não me surpreenderia se o Mengo desse um salto prodigioso no campeonato.
Assim como o Fluminense, que há tempos entra e sai do G4, depois das chegadas de Osvaldo e Ronaldinho Gaúcho, mais o retorno de Cícero, pode dar aquela arrancada decisiva.
Se o técnico Enderson Moreira tiver peito e Ronaldinho estiver a fim de jogo, dá pra montar um Flu técnico e ofensivo.
O aumento de espectadores se deve, sim, aos novos estádios. Mas, sobretudo aos bons espetáculos.
O Palmeiras, por exemplo, bate recordes a cada semana no Allianz Parque. É, sobretudo, pelo desempenho de um time que joga uma bola redonda, sempre pra frente, o que lhe permitiu ter essa ascensão vertiginosa no Brasileirão desde a chegada de Marcelo Oliveira, um treinador que acredita nesse estilo de jogo.
Tudo isso solto no ar cria uma atmosfera saudável e promissora para nosso tão combalido futebol. Espero que cartolas, técnicos e jogadores percebam isso.

Blog do Alberto H. Júnior

Colaboração: Luiza Drubi

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