quinta-feira, 2 de julho de 2015

ROLHA DO VINHO

Cuidado! A rolha do vinho faz toda a diferença

Vinhos com rolhas de cortiça sempre foram as preferidas dos consumidores, pela sua herança secular, dando a impressão que assim teriam um vinho de melhor qualidade e melhor sabor. Engano nosso, erros também acontecem com esse tipo de vedação.
ATENÇÃO: Uma quantidade de 2 a 5% de todas as garrafas produzidas no mundo sofrem contaminação pela rolha, causado por um fungo chamado armillaria mellea, que aparece na cortiça. Também é conhecida como doença da rolha ou “bouchonée”O vinho fica com um odor forte, como vinagre, ou pano molhado, além do sabor desagradável. Para detectar isso, basta cheirar a rolha. Pois é, aquela pompa toda, tem um motivo maior. Quando o garçom trouxer a garrafa, certifique-se que ela seja aberta na sua frente, e então cheire a rolha.
SINTÉTICA
Esse tipo de rolha foi desenvolvida exatamente para suprir a falta da cortiça, então, tornar a bebida mais barata e assim aumentar o consumo. É fabricada por um material termoplástico resistente e totalmente adaptável aos vinhos jovens e frescos.
Uma curiosidade, no caso de uso de rolhas sintéticas, as garrafas não devem ser conservadas por muito tempo, porque a extração da rolha será difícil, já que o produto se adere mais ao vidro. Muitos dizem que não conservam a bebida por muito tempo tão bem quanto a cortiça, devido a problemas em manter a oxidação, e com isso, também alteram o sabor do vinho. Mas não existe nenhum estudo conclusivo. Esse tipo de vedação não oferece risco a saúde.

ROSCA
Podem ir se acostumando, pois a tendência mundial é essa, a do sistema de rosca, igual as de garrafa pet. Existem “ene” motivos pra isso, a melhor, é a sustentabilidade, geralmente produzidas em alumínio, são totalmente recicláveis.
Um estudo feito por 30 meses, concluiu que esse tipo de tampa é a melhor em oferecer envelhecimento consistente, manter sabor e frescor com controle de qualidade (e mais…). Assim como na Austrália, grande produtora de vinhos, o mercado mundial vem, com força, aderindo esse tipo de vedação para seus produtos.
Tá certo, não tem o mesmo luxo e charme, mas mantém o produto puro e intacto, além de sair bem mais em conta, agredindo menos a natureza e nosso bolso. Detalhe: espumantes, champagnes, prosecos, continuam com suas tampas em cortiça.

Existem outros tipos de rolha, como a aglomerada e vidro, mas além de serem piores ou caras, respectivamente, o uso não é tão frequente.
Tim, tim!
 Fonte: bol.com.br
Colaboração: Eunice Costa


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- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas