Prelúdio
Nessas quebradas e grotões de serra,
Onde criança já fui tão feliz,
Sob os auspícios do meu Tibitíz,
Que a muito foi pra debaixo da terra!
Nesta saudade que o soneto encerra,
Minh'alma sente e a lembrança diz
Jamais na vida encontrei matiz,
Só há penumbra para o que desterra!
Não mais o gado...a criação de ovelha,
A voz que alegre sorrindo aconselha,
A mão amiga que me protegia...
Só a saudade hoje me aconchega
Nesse prelúdio da morte que chega,
Na longa noite em que virou meu dia...
Nessas quebradas e grotões de serra,
Onde criança já fui tão feliz,
Sob os auspícios do meu Tibitíz,
Que a muito foi pra debaixo da terra!
Nesta saudade que o soneto encerra,
Minh'alma sente e a lembrança diz
Jamais na vida encontrei matiz,
Só há penumbra para o que desterra!
Não mais o gado...a criação de ovelha,
A voz que alegre sorrindo aconselha,
A mão amiga que me protegia...
Só a saudade hoje me aconchega
Nesse prelúdio da morte que chega,
Na longa noite em que virou meu dia...
riomar melo
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