Não quero
Não quero me lembrar que tu existe,
Amor coisa banal que vulgariza,
Eu sei, do meu querer tu não precisas,
Meu pobre coração teimoso insiste!
Talvez se me falares, dedo em riste,
-Te manca, meu amigo! Idealiza!
Não vês que derrubastes a baliza
E mesmo assim tinhoso tu persiste?
Quem sabe,agindo assim na ignorância,
Eu me recolha a insignificância
Do nada que eu valho pra você...
O ônus desta culpa a mim só cabe,
O ruim não é aquele que não sabe,
É o infeliz que finge não saber!
Não quero me lembrar que tu existe,
Amor coisa banal que vulgariza,
Eu sei, do meu querer tu não precisas,
Meu pobre coração teimoso insiste!
Talvez se me falares, dedo em riste,
-Te manca, meu amigo! Idealiza!
Não vês que derrubastes a baliza
E mesmo assim tinhoso tu persiste?
Quem sabe,agindo assim na ignorância,
Eu me recolha a insignificância
Do nada que eu valho pra você...
O ônus desta culpa a mim só cabe,
O ruim não é aquele que não sabe,
É o infeliz que finge não saber!
riomar melo
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