quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

ESTOU DE VOLTA PARA O MEU ACONCHEGO


                                                   
FUI E VOLTEI
                                              
  Entre essas duas palavras se passaram nove anos,quase uma década de 2005 a 2014, ausente de JUAZEIRO, vendo, ouvindo e acompanhando a  distancia, curtindo as saudades que são tantas. Oh povo, oh gente de tantas recordações. Há o Rio São Francisco,meu Piau assado no forno,meu pirão de Mandi,meu caldo da lagosta do São Francisco o Cari,como bem dizia o saudoso João Freitas.
Nesses nove anos,Juazeiro se transformou,pipocou a iniciativa privada,a riqueza contida floresceu em centenas de empreendimentos,lojas e mais lojas, os supermercados, os condomínios, até a Fé se manifestou na Hora da Graça as quinta feira na Catedral,o Povo crendo e agradecendo.
Sensação estranha, fui passear na cidade por varias vezes deixei o carro na rua  do Paraíso,trafego intenso carros novos,fui a banca de revista onde sempre comprei meus jornais e revistas,o mesmo dono;me deu boas vindas.Prossegui fui encontrando pessoas ou melhor fui vendo rostos conhecidos,nove anos se passaram,deixaram marcas em todos,fiquei impressionado,muitos confrontaram com a vida,outros poucos conviveram,comecei ver o que antes nunca tinha visto,as marcas dos sentimentos,a felicidade,a tristeza,a desesperança,a derrota e a vitoria! Sensação estranha é que a vida escreve, e o seu papel,caderno ou livro é o nosso rosto.


Aristófanes Carneiro
Engº. Agrônomo  - Produtor Agrícola

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- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas