1 - A capa do toureiro é vermelha para irritar o touro:
É MENTIRA! O touro não enxerga cores, a verdade é que os olhos dele não contêm as células que captam as cores (cones). Sendo assim, não é a cor que deixa o touro irritado, mas sim a maneira com que o toureiro movimenta o pano.
2 - Beber água com açúcar acalma:
É MENTIRA! A mistura homogênea não tem função calmante, muito pelo contrário. Ao tomá-la você estará bebendo uma fonte de energia. Sendo assim, a receita só funcionará se uma pessoa estiver sem comer há muito tempo, e a água com açúcar matará sua fome.
3 - Os sapatos da cinderela são de cristal:
É MENTIRA! Originalmente os sapatos da Cinderela são feitos de pele de esquilo (isso mesmo!). Acontece que um francês ao ouvir a versão medieval confundiu ''vair'' (pele de esquilo) com ''verre'' (vidro). A partir de então, todas as versões passaram a ter o famoso sapatinho de cristal.
4 - Camaleão muda de cor para se camuflar:
É MENTIRA! Na verdade as trocas de cores do bicho são as variações do estado emocional, e que muitas vezes coincidentemente, são as cores do ambiente. As mudanças acontecem quando o camaleão fica com medo, encontra um camaleão do sexo oposto ou passa por mudanças de luminosidade ou de temperatura.
5 - Acordar um sonâmbulo pode mata-lo:
É MENTIRA! Se você acordar um sonâmbulo ele apenas ficará confuso, sem saber onde está ou o que está acontecendo. Porém, é difícil acordar um sonâmbulo, pois ele está na fase mais profunda do sono. Sendo assim, o mais indicado seria levá-lo para sua cama.
6 - O personagem Pernalonga é um coelho:
É MENTIRA! O personagem foi inspirado em uma lebre norte-americana chamada Lepus, com orelhas compridas e patas avantajadas.
É MENTIRA! O personagem foi inspirado em uma lebre norte-americana chamada Lepus, com orelhas compridas e patas avantajadas.
7 - Fila Indiana:
MENTIRA! A fila indiana deveria se chamar fila indígena, pois não teve origem na Índia, este comportamento foi observado primeiramente entre os índios norte-americanos que - enfileirados - pisavam uns nas pegadas dos outros para que não houvessem evidências de que estivessem andando em grupo.
FONTE: Revista Mundo Estranho (edição 45, 144)
Nenhum comentário:
Postar um comentário