Uma tribo indígena que vive perto da fronteira Brasil-Peru pode estar enfrentando violentos ataques de madeireiros ilegais e traficantes de drogas que estão explorando a região densa florestada, de acordo com um grupo de defesa.
Depois de anos vivendo em isolamento do mundo exterior, vários jovens membros dessa tribo indígena entraram recentemente em uma comunidade próxima radicada no Brasil. Através de intérpretes, eles contavam histórias terríveis sobre seus encontros nas florestas.
“A maioria das pessoas idosas foram massacrados por não índios no Peru, que atiraram contra eles com armas de fogo e incendiaram as casas da tribo indígena,” relatou um intérprete chamado Zé Correia ao Survival International, um grupo que defende os direitos dos índios. “Eles dizem que muitas pessoas de idade morreram, e que foram enterradas três pessoas em um túmulo. Eles dizem que muitas pessoas morreram e não podiam enterrar seus corpos. E por isso seus cadáveres foram comidos por abutres. Isso realmente é uma afronta aos direitos humanos”.
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A polícia está investigando um caso em que três índios do amazonas são suspeitos de matar e comer um homem deficiente de 21 anos em um caso raro de canibalismo.
Os índios da tribo Kulina, próxima da fronteira com o Peru, são acusados de matar e comer os órgãos de Ocelino Alves de Carvalho, um estudante de 21 anos em Envira, no estado do Amazonas.
“O corpo foi esquartejado e recebeu mais de 100 cortes, nós pensamos que eles comeram seus órgãos”, disse o sargendo da PM Osmildo Ferreira da Silva.
Três índios aparentemente se gabaram para parentes de terem ingerido o coração e o fígado do jovem em uma reserva chamada Aldeia do Cacau.
Fonte: HypeScience
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