domingo, 24 de agosto de 2014

FUNDAÇÃO OSVALDO CRUZ

De acordo com presidente da instituição, a possibilidade de haver casos da doença no Brasil é muito remota, porém País não pode ficar despreparado; epidemia já matou 1,2 mil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde, está capacitando cerca de 50 pessoas, de faxineiros a médicos da instituição, para atender e tratar pacientes infectados pelo vírus ebola que entrarem no Brasil. A epidemia afeta quatro países africanos e matou mais de 1,2 mil pessoas desde março deste ano
O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), na capital fluminense, que faz parte da Fiocruz e é responsável pelo treinamento, foi indicado como referência para receber casos suspeitos de infecção pelo vírus ebola. Duas salas do INI já estão prontas para isolamento de paciente com suspeita de contaminação.
A Fiocruz reiterou que nenhum caso foi identificado no país, mas o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, explicou nesta terça (19), na abertura do sétimo congresso da instituição, que a fundação quer ser referência para o acolhimento de pessoas com ebola e também para o diagnóstico da doença.

Agência Brasil  
Colaboração: Eunice Costa

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