Nesta segunda-feira (28) é comemorado em todo o mundo o Dia de Luta Contra as Hepatites Virais. A data traz um alerta sobre as hepatites B e C – doenças infecciosas causadas por vírus que atingem o fígado, órgão vital para o nosso corpo. Essas hepatites em geral, não apresentam sintomas (apenas 6% dos portadores da doença apresentam indícios, sendo a fadiga o mais comum) e ao longo dos anos podem causar dano ao fígado evoluindo para cirrose e até mesmo câncer. Saiba as características e formas de transmissão de cada hepatite:
Hepatite A:
Essa forma de hepatite pode ser transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados, através das fezes das pessoas doentes, ao se viajar para países menos desenvolvidos, tornando fundamentais as medidas de prevenção. É uma doença aguda, mas que se cura rapidamente e sem deixar vestígios.Hepatite B:
Esse caso é mais perigosa e uma das principais doenças do mundo . É mais comum em homens do que em mulheres e o maior número de casos desta doença ocorre em pessoas entre os 25 e os 44 anos. Ela pode ser transmitida pela gestante ao filho, por relações sexuais não protegidas consumidores de drogas que partilham agulhas e seringas ou durante um internamento hospitalar.Para a prevenção da hepatite B existe uma vacina que é muito eficaz, além de prevenções como preservativos e não partilhar objetos de uso pessoal. A hepatite B crônica possui tratamento eficaz.
Hepatite C:
A hepatite C é a mais perigosa, pois, em 80% dos casos, torna-se crônica, podendo evoluir para uma provável cirrose ou cancro no fígado. Pode ser transmitida comprovadamente pelo sangue de uma pessoa infectada ao entrar em contato com o sangue de uma outra não infectada. Através das transfusões de sangue ou transplante de órgãos. Ela pode ser classificada em aguda e crônica e na grande maioria das vezes não apresenta sintomas, sendo a fadiga o mais comum. No entanto, a maioria dos pacientes só percebe que está doente, anos após a infecção, quando a doença já está em fase avançada. A Hepatite C crônica pode ter cura. Essa cura está, entretanto condicionada por diversos fatores, como o genótipo do vírus e também o estado do dano hepático quando a doença é detectada.
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