Barbosa diz que comprou briga no STF, mas sai "com alma leve"
Na sua última sessão no STF (Supremo Tribunal Federal), o presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, disse nesta terça-feira (1º) que "sai com a alma leve". Ele deixa o tribunal após 11 anos.
"Saio absolutamente tranquilo, como eu disse, com a alma leve, aquilo que é fundamental para mim, o cumprimento do dever", afirmou ao sair no meio da sessão plenária, sem fazer qualquer discurso de despedida. Contou preferir sair "low profile".
O ministro, que acabou ganhando status de celebridade com a condenação de figurões petistas no julgamento do mensalão, disse esperar que o brasileiro seja pouco condescendente com o descumprimento das leis.
É importante que o brasileiro se conscientize da importância, da fundamentalidade, da centralidade da obrigação de todos cumprirem as normas, ouvirem a lei, cumprirem a Constituição. Esse é o norte principal da minha atuação. Pouca condescendência com desvios, com essa inclinação natural a contornar os ditames da lei, da Constituição."
Barbosa avaliou como um "privilégio" o período de 11 anos que passou no STF, com decisões "importantes para o país".
"[A sensação] É boa, foi um período de privilégio imenso, de tomar decisões importantes para o nosso país. Foi um período que não em razão da minha atuação individual, mas coletivamente, o Supremo Tribunal Federal, teve um papel extraordinário no aperfeiçoamento da nossa democracia. Isso é que é o fundamental para mim."
Com a sua saída, o ministro Ricardo Lewandowski, atual vice-presidente do STF, irá assumir o comando da Corte interinamente até que seja feita uma eleição protocolar para oficializá-lo no cargo. A votação será realizada só após a volta do recesso do Judiciário, em agosto.
Fonte:uol.com.br
Colaboração: Eunice Costa
Precisamos de alguns joaquins para dar uma nova cara a este pais
ResponderExcluirNão vamos perder a esperança
Perder a esperança jamais, mas um pais com muitos Joaquins, tá muito longe.
ResponderExcluirA começar pelos candidatos a presidência, o que podemos esperar? Nada diferente do que estamos presenciando desde sempre.
Precisamos acordar o nosso " gigante"mas quem será o herói que vai dar o primeiro "grito" ? Parece-me que ainda não nasceu.