terça-feira, 3 de junho de 2014

AUXÍLIO NA AUDIÇÃO


                                          

Tecnologia

Um grupo de estudantes de engenharia de Jujuy, extremo norte da Argentina, criou o aplicativo uSound, capaz de transformar o celular em um poderoso aparelho auditivo de baixo custo para pessoas com problemas de audição, uma opção que já está disponível para usuários do sistema Android.
"Só uma em cada 40 pessoas tem acesso ao equipamento médico necessário hipoacústicas (nr: com perda auditiva) para mitigar seus problemas auditivos", explicou à AFP Ezequiel Escobar, de 28 anos, um dos fundadores do uSound, o equipamento que deu origem ao aplicativo homônimo.
Ao preço de US$ 30 por ano, Escobar e outros cinco estudantes - a maioria alunos de engenharia de sistemas e todos com idades entre 20 e 28 anos - conseguiram com o uSound "emular as funções de um aparelho auditivo que custa entre 500 e 2.000 dólares com um smartphone e fones Bluetooth ou cabo", contou.
Atualmente, pode-se baixar o programa gratuitamente e o interessado pode conseguir uma licença sem ter que pagar nada por 30 dias para testar o serviço com todas as suas funções.
O custo do aplicativo é de 2,5 dólares mensais ou 30 dólares anuais e está disponível na Google Store.
"Com o uSound, por exemplo, uma pessoa hipoacústica pode colocar o celular na mesa do professor e, não importa a que distância esteja, usando fones Bluetooth, pode ouvir perfeitamente", explicou o jovem empreendedor.
O aplicativo também oferece a possibilidade de realizar, preventivamente, uma audiometria com o celular. Depois de realizá-la, o usuário entra no aplicativo e o programa altera automaticamente o nível de audição necessária para o usuário.
O especialista considerou que "é um aplicativo que pode ajudar as pessoas a aproximar os usuários da tecnologia da amplificação a um custo reduzido, sem que se sintam complexados pelo uso de uma prótese".
 
Fonte: MSN Notícias


Colaboração: Luiza Drubi

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas