Senna do Brasil
No meio da noite, relógio despertando, acordar.
E nas manhãs de domingo, torcendo com alegria,
E como era gostoso como brasileiro poder vibrar,
Aquele ronco nos ouvidos, audácia nele se via.
Um sorriso enigmático, rosto triste, puro coração,
Exigente e perfeccionista, seu objetivo a vitória.
E quando ela chegava explodia em emoção,
A conquista do seu objetivo era a sua glória.
Naquele final de semana, algo o incomodava,
A alegria sempre presente, se ausentara,
E ao invés de concentrado, meditava.
Uma curva que se torna reta, a batida,
Uma cabeça que tomba, um país que chora,
Senna do Brasil, triste lembrança de sua partida.
E nas manhãs de domingo, torcendo com alegria,
E como era gostoso como brasileiro poder vibrar,
Aquele ronco nos ouvidos, audácia nele se via.
Um sorriso enigmático, rosto triste, puro coração,
Exigente e perfeccionista, seu objetivo a vitória.
E quando ela chegava explodia em emoção,
A conquista do seu objetivo era a sua glória.
Naquele final de semana, algo o incomodava,
A alegria sempre presente, se ausentara,
E ao invés de concentrado, meditava.
Uma curva que se torna reta, a batida,
Uma cabeça que tomba, um país que chora,
Senna do Brasil, triste lembrança de sua partida.
Adalberto Santiago Pedro
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