O brasileiro pagou menos por crédito no último ano. Em compensação, gastou mais com tarifas e serviços bancários. É o que confirma o balanço dos bancos no terceiro trimestre de 2013, com queda na receita das operações de crédito e um salto expressivo nos ganhos com manutenção da conta corrente, cartão de crédito e produtos de nicho.
A mudança não é ocasional. Ela faz parte de uma estratégia bem bolada para compensar as perdas com a recente queda nos juros do crédito, liderada pelos bancos públicos desde o início de 2012 – forçando as instituições privadas a fazer o mesmo.
Embora a margem financeira dos bancos esteja apertada pelo declínio do spread – diferença entre os juros recebidos para emprestar e pagos para captar –, sua lucratividade bate sucessivos recordes. A explicação é que os bancos estão mordendo de outra forma o bolso do consumidor para engordar a receita.
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Governo agora torce por pedido de vista em ação sobre poupança
O governo entra nesta quarta-feira na torcida por um pedido de vista na análise da ação que decidirá sobre a validade da correção da caderneta de poupança durante a vigência dos planos econômicos Collor, Bresser e Verão. Ontem, o que se dizia no círculo mais próximo à presidente Dilma Rousseff era que ao menos um ministro teria se sinalizado com essa possibilidade em conversas informais sobre o tema.
A decisão final sobre o assunto deve ficar para o ano que vem, mas o governo teme que a simples leitura do voto do ministro Ricardo Lewandowski se transforme em fator de turbulência na área econômica.
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Confiança da indústria cresce 1,2% em novembro, apura FGV
Esta é a primeira alta do indicador após cinco quedas consecutivas
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 1,2% em novembro ante outubro, passando de 97,8 pontos para 99,0 pontos, informou nesta quarta-feira (27), a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Esta é a primeira alta do indicador após cinco quedas consecutivas.
No âmbito do ICI, o Índice da Situação Atual (ISA) apresentou evolução ao subir 1,8% na mesma base de comparação, chegando a 99,9 pontos. No caso do ISA, este também foi o primeiro resultado positivo após cinco recuos sucessivos. Já o Índice de Expectativas (IE) cresceu 0,6%, para 98,1 pontos, na segunda alta mensal seguida. Todos os dados da pesquisa são ajustados sazonalmente.
Colaboração: Eunice Costa
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