Podemos estimular a produção do hormônio do amor', diz neurocientista
Depois de 12 anos coletando o sangue de voluntários para uma série de experimentos, o economista e neurocientista americano Paul Zak, 51, diz ter descoberto a molécula que funciona como um interruptor da bondade humana: a ocitocina, conhecida como o hormônio do amor.
Apelidado de Dr. Love, Zak, que é professor da Universidade Claremont, na Califórnia, e autor do livro "A Molécula da Moralidade" (Campus, 264 págs., R$ 69,90), participa hoje do ciclo de palestras Fronteiras do Pensamento, em São Paulo.
À Folha, ele explica o que chama de "ciclo virtuoso da ocitocina" --a possibilidade de estimular a produção do hormônio em outras pessoas e, assim, gerar uma sociedade mais generosa.
A ocitocina é a base biológica do amor, ajuda as pessoas a confiar nos outros, a dar dinheiro para a caridade.
JULIANA VINES/Folha de São Paulo
Colaboração: Eunice Costa
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