Se vejo a noite escrevendo poemas
com as estrelas do universo,
refugio-me e te escondo
nas entrelinha de meus versos
Refugio-me num amanhecer sem cores,
desbotada pelo desencanto;
no silêncio onde brotam as ilusões
quase reais... quase fatais
com as estrelas do universo,
refugio-me e te escondo
nas entrelinha de meus versos
Refugio-me num amanhecer sem cores,
desbotada pelo desencanto;
no silêncio onde brotam as ilusões
quase reais... quase fatais
Refugio-me nas lembranças que florescem
de saudades sem retorno,
de saudades sem retorno,
de abraços sem laços,
de tempos que se foram... perdidos
de tempos que se foram... perdidos
Refugio-me nas sensações de tua presença
que me enlaçam,
que alcançam meus desejos
que vão muito além de mim.
Se vejo a noite escrevendo poemas,
aconchego-me em seus negros braços
temendo que a vida seja só uma quimera,
apenas pipas coloridas pintando sonhos
que alcançam meus desejos
que vão muito além de mim.
Se vejo a noite escrevendo poemas,
aconchego-me em seus negros braços
temendo que a vida seja só uma quimera,
apenas pipas coloridas pintando sonhos
Luiza Drubi
Educadora e Poetisa
Toda semana embarco nessa poesia, pois traduz o sentimento daqueles que amam com paixão.
ResponderExcluirGostaria de conhecê-la Luiza.
Como eu queria estar nas entrelinhas de seus versos!
ResponderExcluirQuem será o felizardo?