Houve um tempo em que as escolas eram, depois do próprio lar, o ambiente mais seguro e saudável para uma criança, entretanto atualmente os jornais começaram a divulgar casos e mais casos do chamado bullying - nome em inglês para a prática de intimidação, humilhação e/ou agressão no âmbito da escola.
Em geral, as vítimas são crianças que se diferenciam das demais pela altura, obesidade, cor da pele, uso de roupas ou objetos, crença religiosa ou situação socioeconômica.
Segundo Allan Beane, um dos maiores especialistas desse tema nos Estados Unidos, "a vítima de bullying costuma ter um repentino desinteresse pelos estudos. Seu aproveitamento escolar diminui e isso aparece nas notas. Ela parece feliz nos finais de semana e infeliz durante a semana. Prefere a companhia de adultos e passa a reclamar de dor de cabeça e de barriga. Algumas apresentam insônia ou pesadelos. Voltam para casa machucadas ou com os pertences destruídos".
A questão é muito séria e já começa mobilizar as escolas e dirigentes, levando as autoridades responsáveis a pensar em medidas para prevenir ou reprimir essa prática.
Ainda não se sabe quais podem ser as consequências do bullying no futuro da criança, muito embora especialistas afirmem que essa marca ficará para sempre no inconsciente daquele que sofreu.
Fonte: Revista Consulex
Colaboração: Maria Aparecida de Lira Teixeira
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