O Corinthians decidiu aderir ao “toma lá, dá cá” com a Fifa. Depois de Jérôme Valcke criticar o atraso nas obras de estádios, a diretoria alvinegra soltou um comunicado dando um basta nas insinuações do secretário geral da Fifa (leia aqui). O roteiro não é nenhuma novidade para quem acompanha as quedas de braço entre país anfitrião e dono do evento desde, pelo menos, 2006.
E agora chegou a vez do Brasil. Aqui, o discurso ainda não está tão agressivo. Por enquanto, a Fifa só tem dado recados brandos, com a expressão “chute no traseiro” disparada por Valcke tempos atrás sendo a única exceção. Como a frase não foi nem um pouco digerida pelo governo, a Fifa diminuiu a carga em relação às críticas sobre os atrasos.
O tal legado da Copa no Brasil virá em forma de conta a se pagar e alguns projetos pavorosos de utilização dos estádios pós-Mundial. E isso tem muito a ver com a incompetência do país e da Fifa em gerenciar o evento. E isso, agora, torna-se fatal.
A pouco mais de um ano da Copa, o duelo Fifa x Corinthians é nada além do que a síntese do dilema da realização da Copa do Mundo no país. Ainda não sabemos o que queremos com a realização do evento no Brasil, por mais absurdo que isso possa parecer. Agora, sem o objetivo definido, a batalha é por colocar o evento em pé. Afinal, contratualmente, o governo brasileiro nos comprometeu com isso.
Fonte: Uol notícias
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E agora chegou a vez do Brasil. Aqui, o discurso ainda não está tão agressivo. Por enquanto, a Fifa só tem dado recados brandos, com a expressão “chute no traseiro” disparada por Valcke tempos atrás sendo a única exceção. Como a frase não foi nem um pouco digerida pelo governo, a Fifa diminuiu a carga em relação às críticas sobre os atrasos.
O tal legado da Copa no Brasil virá em forma de conta a se pagar e alguns projetos pavorosos de utilização dos estádios pós-Mundial. E isso tem muito a ver com a incompetência do país e da Fifa em gerenciar o evento. E isso, agora, torna-se fatal.
A pouco mais de um ano da Copa, o duelo Fifa x Corinthians é nada além do que a síntese do dilema da realização da Copa do Mundo no país. Ainda não sabemos o que queremos com a realização do evento no Brasil, por mais absurdo que isso possa parecer. Agora, sem o objetivo definido, a batalha é por colocar o evento em pé. Afinal, contratualmente, o governo brasileiro nos comprometeu com isso.
Fonte: Uol notícias
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Considerado um exemplo de futebol ofensivo, o Barcelona inaugura uma escola para formar jogadores no Rio de Janeiro. As aulas terão início em agosto, para crianças de 6 a 8 anos, inspiradas nas técnicas de toque de bola em velocidade do time catalão, semelhante ao futebol brasileiro do passado.
Será a nona unidade FCBEscola fora da Espanha.
Fonte: Revista Veja
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Os ingressos para o UFC no Brasil estão entre os mais caros do mundo.
Uma pesquisa inédita do BDO, especializada no mercado esportivo, revela que em 2012 o preço médio dos tiquetes no país foi de 160 dólares. Mais caro só no Canadá (180 dólares). Logo atrás do Brasil estão a Austrália, Japão, China e Suecia. Os EUA, berço do esporte, ficam em sétimo lugar.
Colaboração: Luiza Drubi
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