NÃO TE AMO
Não me feres
com os gritos de tua incompreensão
que, como foice rapineira
corta a garganta de meu carinho.
Não te amo mais.
com os gritos de tua incompreensão
que, como foice rapineira
corta a garganta de meu carinho.
Não te amo mais.
Não me feres
se o hálito gélido de tua indiferença
macula e petrifica
a pureza do meu bem-querer.
Não te amo mais.
se o hálito gélido de tua indiferença
macula e petrifica
a pureza do meu bem-querer.
Não te amo mais.
Não me feres
se podas a arvorezinha florida
de meus sonhos e ilusões
com a sarcástica ironia de um sorriso.
Não te amo mais.
Não me alcançam
os braços de teus encantos,
os acenos de teu desejo,
a imutabilidade de tua máscara.
Não te amo mais
os braços de teus encantos,
os acenos de teu desejo,
a imutabilidade de tua máscara.
Não te amo mais
Luiza Drubi
Educadora e Poetisa
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