segunda-feira, 10 de junho de 2013

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MANDELA... o ícone mundial da reconciliação

O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, hospitalizado este sábado aos 94 anos em estado grave, encarna, em todo o mundo, os valores do perdão e da reconciliação por ter tirado seu país do regime racista do apartheid e ter renunciado à vingança contra a minoria branca, que o manteve na prisão durante 27 anos.
"O perdão liberta a alma, faz desaparecer o medo. Por isso o perdão é uma arma tão potente" disse Mandela, prêmio Nobel da Paz em 1993, em uma frase, agora mítica, que explica sua visão do mundo e da humanidade e que o transformou no dirigente mais popular do século 20.
Apesar de estar afastado da vida pública há anos, continua sendo uma figura venerada além das fronteiras da África.
Considerado um "ícone mundial da reconciliação" por Desmond Tutu, outra das grandes figuras da luta contra o apartheid, o ex-presidente sul-africano, que nunca pregou ideias políticas nem religiosas, encarna valores universais, um tipo de humanismo africano alimentado pela cultura de seu povo, os xhosas.
"Madiba", o nome de seu clã e como seus compatriotas o chamam afetuosamente, nunca foi um revolucionário no estilo de Lênin ou Gandhi. Quando era jovem gostava de esporte - foi boxeador amador -, de roupas bonitas e tinha fama de sedutor.
Nelson Mandela nasceu no dia 18 de julho de 1918 na pequena cidade de Mvezo, na região de Transkei (sudeste) dentro do clã real dos Thembu da etnia xhosa.
Seu verdadeiro nome, Rolihlahla, que significa "o que traz problemas", foi dado por seu pai, mas, na escola a professora começou a chamá-lo de Nelson, o nome que utilizou desde então.
Simbolicamente, a última aparição pública de Mandela foi diante de toda a humanidade, quando cumprimentou a multidão no dia da final da Copa do Mundo de Futebol em 2010 na África do Sul, com milhões de espectadores o acompanhando ao vivo pela televisão.

Fonte: Yahoo noticias

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