O Brasil vai mal ....
Passou a época em que aparecíamos como a estrela ascendente no noticiário internacional. Quem fizesse uma ronda nos principais órgãos da impressa mundial na semana passada veria nosso pais associado a dois eventos: a errática condução da nossa política econômica pelo governo e a violência que irrompeu nos protestos contra os aumentos nas passagens de ônibus.
Se tanta gente vai para a rua gritar contra algo tão banal como um reajuste que nem repõe a inflação ascendente, um fato é lícito inferir: o Brasil vai mal.
Em toda democracia que se preze, há espaço para protestos. E este vai ganhando corpo e se espalhando Brasil a fora, colocando para fora o grito de revolta sufocado há tanto tempo.
Não há espaço - nem deve haver - para a baderna, destruição do patrimônio público, a queima de pneus e coquetel molotov ou para a depredação de propriedade privada.
Num protesto é papel da polícia zelar pela ordem e impedir que ela se transforme em baderna. Porém, mais uma vez a nossa polícia foi incapaz de manter a ordem sem resvalar pela truculência.
Episódios como estes revelam quão distante da realidade era aquela imagem, estampada na capa da revista britânica The Economist, de um pais decolando como um foguete a um futuro promissor. Ainda temos um longo caminho a percorrer.
Na economia, é preciso entender que riqueza não cresce em árvores e as contas precisam fechar. Na política, que protestos são parte do jogo democrático, desde que disciplinados e sem gerar transtornos à maioria da população. Na polícia, que a baderna não deve ser combatida com truculência.
Enquanto não fizermos isso, será lícito dizer: o Brasil vai mal.
Se tanta gente vai para a rua gritar contra algo tão banal como um reajuste que nem repõe a inflação ascendente, um fato é lícito inferir: o Brasil vai mal.
Em toda democracia que se preze, há espaço para protestos. E este vai ganhando corpo e se espalhando Brasil a fora, colocando para fora o grito de revolta sufocado há tanto tempo.
Não há espaço - nem deve haver - para a baderna, destruição do patrimônio público, a queima de pneus e coquetel molotov ou para a depredação de propriedade privada.
Num protesto é papel da polícia zelar pela ordem e impedir que ela se transforme em baderna. Porém, mais uma vez a nossa polícia foi incapaz de manter a ordem sem resvalar pela truculência.
Episódios como estes revelam quão distante da realidade era aquela imagem, estampada na capa da revista britânica The Economist, de um pais decolando como um foguete a um futuro promissor. Ainda temos um longo caminho a percorrer.
Na economia, é preciso entender que riqueza não cresce em árvores e as contas precisam fechar. Na política, que protestos são parte do jogo democrático, desde que disciplinados e sem gerar transtornos à maioria da população. Na polícia, que a baderna não deve ser combatida com truculência.
Enquanto não fizermos isso, será lícito dizer: o Brasil vai mal.
Hélio Gurovitz ( Redação da revista Época)
Fonte: Internet
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