quarta-feira, 2 de maio de 2018

SAÚDE

Cinco mudanças de hábito que podem reduzir o risco de câncer


Os fatores de risco são similares no mundo todo: cigarro, alimentação e nutrição inadequadas, álcool, doenças sexualmente transmissíveis e a exposição ao sol.
Cerca de 15% dos casos de câncer no Reino Unido, por exemplo, são causados por exposição a tabaco, segundo dados do Cancer Research UK. De acordo com a instituição, a ingestão de álcool foi causa de 6% das mortes no mundo em 2012 – 13% delas por causa de câncer.
Alimentação e nutrição inadequadas são responsáveis por até 20% dos casos de câncer nos países em desenvolvimento, como o Brasil, de acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer).
Alguns vírus e infecções transmitidos sexualmente têm potencial cancerígeno. Além disso, a exposição solar em excesso é o principal fator para o câncer de pele.
O que fazer, então, para “fugir” dos fatores de risco e reduzir a probabilidade de câncer?
1) Não fume
2) Tenha uma alimentação rica em frutas, legumes, verduras, cereais integrais e leguminosas
3) Pratique atividade física
4) Pratique sexo seguro
5) Use protetor solar e não fique longos períodos exposto ou exposta ao sol
Não se expor aos fatores de risco não garante uma vida sem câncer. Mas pode reduzir as chances de ser afetado pela doença.
“Por exemplo, sabemos que é possível um fumante viver uma vida sem câncer, enquanto uma pessoa que nunca encostou em cigarros pode desenvolver câncer no pulmão. Mas muitos estudos a longo prazo mostram claramente que pessoas que nunca fumaram têm menos probabilidade de desenvolver ou morrer de câncer do que fumantes”, diz em seu site o Cancer Research UK.

Fonte:   http://acaopopular.net/jornal/cinco-mudancas-de-habito-que-podem-reduzir-o-risco-de-cancer/

ENTRETENIMENTO

Tenho tanto sentimento

Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
Fernando Pessoa

terça-feira, 1 de maio de 2018

MENSAGEM

Ant Lima


"Nossa vida é como um jogo. Faça suas regras e arrisque, acredite mais no seu potencial.
Assim, sempre vencerá!"

Colaboração: Eunice Costa

MERCADO DE TRABALHO


RENDA ENCOLHEU DEVIDO À CRISE NO MERCADO DE TRABALHO



A crise no mercado de trabalho fez a renda do brasileiro encolher em 2017. É o que mostra a Pesquisa Mensal por Amostra de Domicílios Contínua, conhecida como Pnad Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, que foi divulgada na última semana. Em média, a população perdeu 12 reais no rendimento mensal real na comparação com o ano anterior. O rendimento passou de 2.124 reais para 2.112 reais, o que representa uma queda de 0,56%. Ainda segundo a Pesquisa, 60,2% da população, o equivalente a mais de 124 milhões de pessoas, tinham algum tipo de rendimento em 2017. Dentre estas pessoas, 41,9% recebia rendimentos vindos do trabalho e 24,1% de outras fontes, como aluguel e pensão. Considerando apenas a população que tinha renda proveniente do trabalho, o rendimento médio no Brasil ficou 45 reais abaixo. Analisando regionalmente, porém, apenas o Sudeste teve queda neste rendimento, passando de 2.625 reais para R$ 2.425, uma queda de R$ 200. Em contrapartida, a microrregião de São João del-Rei, que abrange de Nazareno até Lagoa Dourada, apresentou pouco mais admissões do que demissões em 2017. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, as admissões representaram 50,88% das movimentações trabalhistas no último ano. Já em São João del-Rei isoladamente, as admissões marcaram 51,23% das movimentações em 2017.

Fonte:  http://jornaloprogresso.blogspot.com.br/

Colaboração: Eunice Costa

ENTRETENIMENTO

Resultado de imagem para charge do povo brasileiro

XINGÓ

A exemplo de Sobradinho, Xingó passa a operar com maior liberação de água da barragem





Foto/reprodução
A partir desta terça-feira (1º de maio), mais água será liberada pelo reservatório da Hidrelétrica de Xingó (AL/SE) para o Baixo São Francisco, o que beneficiará municípios alagoanos e sergipanos perto da foz do Velho Chico. A Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) passará a praticar uma defluência média mensal de 600 metros cúbicos por segundo (m³/s), em vez dos 550 m³/s que vinham sendo executados desde outubro de 2017. A bacia do São Francisco passa por seca desde 2012, maior período contínuo do fenômeno já registrado na região.
Conforme pactuado na última reunião da Sala de Crise do Rio São Francisco, esta operação será realizada com uma defluência média diária de no mínimo 550 m³/s nos fins de semana e feriados. Para os dias úteis, a liberação mínima média diária será de 690m³/s, das 10h às 22h, e de 550 m³/s nos demais horários. Nas próximas semanas a Sala de Crise continuará avaliando a situação da bacia para discutir eventuais ajustes na operação das barragens. Esta é a primeira elevação da defluência de Xingó desde outubro de 2017.
Esta nova forma de operação pela Chesf atende à Resolução nº 30/2018, da Agência Nacional de Águas (ANA), publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (27). O documento autoriza a liberação mínima de uma média diária de 550 m³/s de água pelos reservatórios de Sobradinho (BA) e Xingó, além de uma defluência instantânea mínima de 523 m³/s. Estas regras mantêm o patamar mínimo que vinha sendo adotado na região e valem até 31 de julho.
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Fonte :carlosbritto.com.br

INSPIRAÇÃO

AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas da roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.

Fernando Pessoa

Mensagem

- Kant "Quem não sabe o que busca,  não identifica o que acha." Colaboração: Itazir  de  Freitas