Quem precisa
de muitas coisas
por fora é porque
está vazio por
Dentro."
Padre Léo
de muitas coisas
por fora é porque
está vazio por
Dentro."
"DAR DE SI ANTES DE PENSAR EM SI " SEJA A INSPIRAÇÃO FRANCISCO JOSÉ PALMEIRA CELESTINO Presidente 2018/2019
A casa de Jesus
Uma casa com pórticos arqueados e feitos de calcário, material considerado puro pelos judeus do século primeiro. Nem suntuosa, nem muito pobre. Este pode ter sido o lar de Jesus Cristo durante sua infância em Nazaré, segundo pesquisa realizada por um time de arqueólogos da Universidade de Reading, no Reino Unido. A equipe descobriu que, cerca de 600 anos após a crucificação, os bizantinos acreditavam que o menino Jesus havia vivido seus primeiros anos no local. Por isso, ao redor da construção, ergueram uma igreja que se tornou um importante centro de peregrinação para cristãos do período.
Os escombros foram descobertos por acaso no século 19 pelas freiras que moravam no convento das Irmãs de Nazaré. Em 2006, a equipe do arqueólogo Ken Dark fez a datação das ruínas da residência e do antigo templo erguido em volta dela, chamado de Igreja da Nutrição (uma referência onde Maria amamentou Jesus). Depois dos bizantinos, o templo foi abandonado por um período e voltou à ativa durante as Cruzadas, antes de ser destruído pelo fogo no século 13. Mas a descoberta não é uma unanimidade entre a comunidade acadêmica. “A importância do achado está em iluminar o contexto histórico de Cristo, e não em confirmar sua presença física naquela residência”.
Alheios às considerações acadêmicas, os cristãos do mundo todo devem adotar o local como uma importante ponto de peregrinação para alimentar a fé.
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Esperança
Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que quando todas as sirenas Todas as buzinas Todos os reco-recos tocarem - Ó delicioso vôo! Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada, Outra vez criança… E em torno dela indagará o povo: - Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!) Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam: - O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA… Mario Quintana |
Também conhecido como o Dia da Confraternização Universal ou o Dia da Paz Universal é comemorado, na verdade, em quase todo o mundo no primeiro de janeiro. Nesse dia, as pessoas trocam votos de alegria, de paz e de felicidade para o ano que se inicia. Tradicionalmente há uma vigília na noite de 31 de dezembro, quando se comemora com muita festa a passagem do ano. Em 8 de dezembro de 1968, o papa Paulo VI escreveu uma mensagem propondo a criação do Dia Mundial da Paz, a ser festejado no dia 1º de janeiro de cada ano. Mas o papa não queria que a comemoração se restringisse apenas aos católicos – para ele, a verdadeira celebração da paz só estaria completa se envolvesse todos os homens, não importando a religião. “A proposta de dedicar à paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser qualificada como exclusivamente nossa, religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da paz”, dizia, em sua mensagem. No texto, expressava seu desejo de que esta iniciativa ganhasse adesão ao redor do mundo com “caráter sincero e forte de uma humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à história do mundo um devir mais feliz, ordenado e civil”. Portanto, O Dia da Paz Mundial é um dia a ser celebrado pelos "verdadeiros amigos da Paz", independente de credo, etnia, posição social ou econômica. Ainda que desde 1981 o Dia Internacional da Paz seja comemorado em 21 de setembro, a data de 1º de janeiro é reconhecida pela ONU como o Dia da Confraternização Universal, ou seja, do diálogo e da paz entre os povos. O primeiro dia de cada ano, portanto, tem sido reservado à reflexão de como queremos que o mundo seja nos próximos 364 (ou 365) dias que ainda estão por vir. Também é o dia em que são trocados votos de paz, felicidade, saúde e prosperidade para o ano que se inicia.
Fonte: Wikipédia
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- Kant "Quem não sabe o que busca, não identifica o que acha." Colaboração: Itazir de Freitas